15/07/2007
A foto mais fofa do casamento
O pessoal falava em fotos artísticas, mas este é que foi um trabalho de qualidade.
Bastaram duas pedrinhas do vaso decorativo e uma toalha de mesa.
Imaginação q.b. e uma máquina e aí têm.
A pedido de muitas famílias, vou publicar isto no blog. Só espero que cumpram a promessa e façam uns comments (no blog, não no post).
Bastaram duas pedrinhas do vaso decorativo e uma toalha de mesa.
Imaginação q.b. e uma máquina e aí têm.
A pedido de muitas famílias, vou publicar isto no blog. Só espero que cumpram a promessa e façam uns comments (no blog, não no post).
14/07/2007
Amigos e Amigas
As amigas da Mulher
A esposa passou toda a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou ao marido que tinha dormido em casa da melhor amiga. O marido telefonou então para 10 das suas melhores amigas, mas nenhuma delas o confirmou.
Os amigos dos Homens
O marido passou toda a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou à mulher que tinha dormido em casa do seu melhor amigo. A esposa telefonou então para 10 dos melhores amigos do marido. Cinco deles confirmaram que ele tinha passado lá a noite. Os restantes 5, para lá de confirmarem que ele passou lá a noite, garantem que ele ainda lá está em casa.
A esposa passou toda a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou ao marido que tinha dormido em casa da melhor amiga. O marido telefonou então para 10 das suas melhores amigas, mas nenhuma delas o confirmou.
Os amigos dos Homens
O marido passou toda a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou à mulher que tinha dormido em casa do seu melhor amigo. A esposa telefonou então para 10 dos melhores amigos do marido. Cinco deles confirmaram que ele tinha passado lá a noite. Os restantes 5, para lá de confirmarem que ele passou lá a noite, garantem que ele ainda lá está em casa.
O José Sócrates vai a um vidente e pergunta-lhe o que vê no seu futuro. O vidente concentra-se, fecha os olhos e diz:
- Vejo o senhor a atravessar uma avenida num carro aberto e uma multidão acenando
Sócrates sorri e pergunta:
- Essa multidão está feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- Eles estão a correr atrás do carro?
- Sim, a toda a volta do carro. Os batedores estão com dificuldades em abrir caminho.
- Eles carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras do PS, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança "Agora sim!! Agora vai melhorar!!!"
- E eu estou a acenar de volta para eles?
- Não.
- E por que não?
- Porque o caixão está lacrado...
- Vejo o senhor a atravessar uma avenida num carro aberto e uma multidão acenando
Sócrates sorri e pergunta:
- Essa multidão está feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- Eles estão a correr atrás do carro?
- Sim, a toda a volta do carro. Os batedores estão com dificuldades em abrir caminho.
- Eles carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras do PS, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança "Agora sim!! Agora vai melhorar!!!"
- E eu estou a acenar de volta para eles?
- Não.
- E por que não?
- Porque o caixão está lacrado...
13/07/2007
00.15
Hoje, já é amanhã...
Acabou finalmente a atribulada semana com exames, formações e outros que tais.
Volto à minha casinha, ao meu ninho da web, para aqui colocar os meus ovos, as minhas pérolas literárias tresandando a imundice.
Em breve recomeçarei as publicações contínuas... ou não.
Ando a tentar que não me citem (direitos de autor, e tal) por isso ando a controlar muito mais as minhas expressões.
A semana não contou muito...
Entre formações no cu de Judas e horas de sono perdidas a estudar... lá se conseguiram passar mais cinco dias.
Em breve, vou assistir a mais um enforcamento (ya... mais um que vai casar...); mas cá estaremos todos no Domingo, a marrar para mais um exame.
Dizem que os Patos migram entre as estações... cá para comigo, ultimamente parece que são as flores a fazer isso... manias dos holandeses, talvez... embarcam-nas para cá, embarcam-nas para lá... enfim, é esquisito. No meu tempo só as aves migravam.
Bom, como para muitos (poucos leitores) a conversa já não está a fazer sentido nenhum, será melhor terminar por hoje os meus posts.
Vim só desejar as boas noites aos meus leitores, e informar que estou vivo.
O mais tardar no Domingo, terão coisas novas para ler.
Hoje, já é amanhã...
Acabou finalmente a atribulada semana com exames, formações e outros que tais.
Volto à minha casinha, ao meu ninho da web, para aqui colocar os meus ovos, as minhas pérolas literárias tresandando a imundice.
Em breve recomeçarei as publicações contínuas... ou não.
Ando a tentar que não me citem (direitos de autor, e tal) por isso ando a controlar muito mais as minhas expressões.
A semana não contou muito...
Entre formações no cu de Judas e horas de sono perdidas a estudar... lá se conseguiram passar mais cinco dias.
Em breve, vou assistir a mais um enforcamento (ya... mais um que vai casar...); mas cá estaremos todos no Domingo, a marrar para mais um exame.
Dizem que os Patos migram entre as estações... cá para comigo, ultimamente parece que são as flores a fazer isso... manias dos holandeses, talvez... embarcam-nas para cá, embarcam-nas para lá... enfim, é esquisito. No meu tempo só as aves migravam.
Bom, como para muitos (poucos leitores) a conversa já não está a fazer sentido nenhum, será melhor terminar por hoje os meus posts.
Vim só desejar as boas noites aos meus leitores, e informar que estou vivo.
O mais tardar no Domingo, terão coisas novas para ler.
12/07/2007
08/07/2007
Assim vão os tempos...
Um dos factos que um gajo tem de assimilar ao viver na zona histórica da cidade, é a interacção sócio-económica entre as várias pessoas que por aqui habitam.
Temos prédios a cair de podre, com malta ainda mais podre e reformas que já há muito apodreceram...
Em contraste, temos grandes condomínios privados a abrirem as suas portas ao pessoal de zonas mais abastadas da cidade que, por sua vez, querem vir conviver com os pobrezinhos e com a espectacular vista que cobre toda a cidade. Claro que também anda por aí a classe média, que se mata a trabalhar para conseguir ter uma casota alugada... ou ninho, como queiramos chamar-lhe. Mas vamos ignorar estes últimos, que são tão poucos que passam ao lado...
É então comum, termos uma casa velha seguida de uma grande estrutura de betão cujos construtores, ignorando todos e quaisquer planos municipais de ordenamento e arquitectura, fazem o favor de erguer com muralhas intransponíveis para que os que lá estão dentro se sintam mais seguros em relação aos velhotes que na rua caminham...
E assim é o espírito da cidade velha, a alma histórica dos bairros.
Hoje, como todos os fins-de-semana, fui comprar os víveres para a semana que se avizinha.
Como sou um rico burguês da classe média, como me chamam, por ter carro e andar de fato (o trabalhar que nem cão não conta), desloquei-me ao Pingo Doce, num outro local da cidade. Não vou ao Pingo Doce do meu bairro, não por ser tarado ou esquizofrénico... simplesmente há um outro que tem sempre as coisas que gosto e este não. É a vida.
Quando voltei, estacionei e lembrei-me: 'Ah, merda, esqueci-me de comprar água...!'
Bom, decidi então ir até à mercearia da esquina para comprar dois garrafões.
E lá estava.
Ia eu a entrar e a velhota a sair.
Dizendo ao dono da loja que comprava a fruta para a semana, porque também ainda não tinha recebido a reforma. E assim, hoje levava só mesmo o pacotinho de vinho para meter no guisado.
Nada de mais. Posso estar apenas a ser lamechas.
Posso estar a querer exigir demais de algo ou de alguém.
Mas confesso que me faz uma confusão tremenda o facto de estarmos a dias das eleições autárquicas.
E os candidatos pavoneiam-se pelas ruas com grandes arraiais, oferecendo febras e sardinhas...
E discutem assuntos importantes como novos hotéis, novas travessias do Tejo, novos aeroportos, novos, novos, novos...
E os velhos, que por cá andam, vão morrendo pelas nossas ruas.
Pelas ruas da cidade velha.
É o espírito da cidade velha, a alma histórica dos nossos bairros. Do meu bairro.
Cumprimentos patinos!
Temos prédios a cair de podre, com malta ainda mais podre e reformas que já há muito apodreceram...
Em contraste, temos grandes condomínios privados a abrirem as suas portas ao pessoal de zonas mais abastadas da cidade que, por sua vez, querem vir conviver com os pobrezinhos e com a espectacular vista que cobre toda a cidade. Claro que também anda por aí a classe média, que se mata a trabalhar para conseguir ter uma casota alugada... ou ninho, como queiramos chamar-lhe. Mas vamos ignorar estes últimos, que são tão poucos que passam ao lado...
É então comum, termos uma casa velha seguida de uma grande estrutura de betão cujos construtores, ignorando todos e quaisquer planos municipais de ordenamento e arquitectura, fazem o favor de erguer com muralhas intransponíveis para que os que lá estão dentro se sintam mais seguros em relação aos velhotes que na rua caminham...
E assim é o espírito da cidade velha, a alma histórica dos bairros.
Hoje, como todos os fins-de-semana, fui comprar os víveres para a semana que se avizinha.
Como sou um rico burguês da classe média, como me chamam, por ter carro e andar de fato (o trabalhar que nem cão não conta), desloquei-me ao Pingo Doce, num outro local da cidade. Não vou ao Pingo Doce do meu bairro, não por ser tarado ou esquizofrénico... simplesmente há um outro que tem sempre as coisas que gosto e este não. É a vida.
Quando voltei, estacionei e lembrei-me: 'Ah, merda, esqueci-me de comprar água...!'
Bom, decidi então ir até à mercearia da esquina para comprar dois garrafões.
E lá estava.
Ia eu a entrar e a velhota a sair.
Dizendo ao dono da loja que comprava a fruta para a semana, porque também ainda não tinha recebido a reforma. E assim, hoje levava só mesmo o pacotinho de vinho para meter no guisado.
Nada de mais. Posso estar apenas a ser lamechas.
Posso estar a querer exigir demais de algo ou de alguém.
Mas confesso que me faz uma confusão tremenda o facto de estarmos a dias das eleições autárquicas.
E os candidatos pavoneiam-se pelas ruas com grandes arraiais, oferecendo febras e sardinhas...
E discutem assuntos importantes como novos hotéis, novas travessias do Tejo, novos aeroportos, novos, novos, novos...
E os velhos, que por cá andam, vão morrendo pelas nossas ruas.
Pelas ruas da cidade velha.
É o espírito da cidade velha, a alma histórica dos nossos bairros. Do meu bairro.
Cumprimentos patinos!
07/07/2007
Ouro
Se eu referir o número 1,6 (e mais uns trocos) possivelmente pensarão que estou a ficar doido.
Bom, se eu disser que o número 1.6 tem até uma história muito interessante, aí terão a absoluta certeza de que estou a delirar.
Comecemos então do início, que é por onde tudo começa.
Em primeiro lugar, uma advertência.
Queiram considerar o termo 'raiz quadrada' na sua versão anglo-matemática, ou seja 'sqrt' - square root. Por diversos motivos, um dos quais prendendo-se com o facto de não existir um caracter ASCII para representar a raiz quadrada, e outro baseando-se no detalhe de já não ter paciência para estar a gravar um bitmap com o símbolo e a coloca-lo aqui, queiram considerar o termo 'sqrt()'.
Ora, um número lindo, diria até mesmo fofo, é o (1 + sqrt(5))/2;
Esse número chama-se 'Número de Ouro'. Representa-se com Phi maiúsculo, a inicial do nome de Fídeas, que foi o gajo encarregado da construção do Parténon.
Este número está presente em várias contruções, como as Pirâmides de Gizé e até mesmo em obras de arte como o Homem de Vitrúvio.
Diz-se que o número é sagrado, e que é como que um marco para o cérebro humano. Os objectos que contém o Número de Ouro nas suas dimensões (ou a Razão Aúrea... quando as razões entre as várias dimensões têm como resultado o Número de Ouro) são mais facilmente assimilados pela cabeça dos humanos.
Agora sim, o delírio completo.
Se tivermos um rectângulo, cuja razão entre os lados seja igual ao Número de Ouro, é sempre possível dividi-lo num quadrado e num outro rectângulo cuja razão entre os lados continua a ser o Número de Ouro. E é possível repetir este processo infinitamente...
E qual é o sentido desta história?
De facto, nenhum...
O que podemos aprender com isto?
Nada...
Assim, na falta de Terapias Alternativas, resta sempre a Matemática...
Cumprimentos patinos!
Bom, se eu disser que o número 1.6 tem até uma história muito interessante, aí terão a absoluta certeza de que estou a delirar.
Comecemos então do início, que é por onde tudo começa.
Em primeiro lugar, uma advertência.
Queiram considerar o termo 'raiz quadrada' na sua versão anglo-matemática, ou seja 'sqrt' - square root. Por diversos motivos, um dos quais prendendo-se com o facto de não existir um caracter ASCII para representar a raiz quadrada, e outro baseando-se no detalhe de já não ter paciência para estar a gravar um bitmap com o símbolo e a coloca-lo aqui, queiram considerar o termo 'sqrt()'.
Ora, um número lindo, diria até mesmo fofo, é o (1 + sqrt(5))/2;
Esse número chama-se 'Número de Ouro'. Representa-se com Phi maiúsculo, a inicial do nome de Fídeas, que foi o gajo encarregado da construção do Parténon.
Este número está presente em várias contruções, como as Pirâmides de Gizé e até mesmo em obras de arte como o Homem de Vitrúvio.
Diz-se que o número é sagrado, e que é como que um marco para o cérebro humano. Os objectos que contém o Número de Ouro nas suas dimensões (ou a Razão Aúrea... quando as razões entre as várias dimensões têm como resultado o Número de Ouro) são mais facilmente assimilados pela cabeça dos humanos.
Agora sim, o delírio completo.
Se tivermos um rectângulo, cuja razão entre os lados seja igual ao Número de Ouro, é sempre possível dividi-lo num quadrado e num outro rectângulo cuja razão entre os lados continua a ser o Número de Ouro. E é possível repetir este processo infinitamente...
E qual é o sentido desta história?
De facto, nenhum...
O que podemos aprender com isto?
Nada...
Assim, na falta de Terapias Alternativas, resta sempre a Matemática...
Cumprimentos patinos!
Compreender as mulheres
Tenho uma imagenzinha com esta história.
Por motivos de direitos de autor não a posso publicar no blog. Claro que se me enviarem um email sempre posso fazer reply com a imagem...
Vamos tentar criar o ambiente.
No fundo do mar.
Uma tubaroa (tipo... a mulher do tubarão... chamemos-lhe 'M', de Mulher) está sentada, encostada a um coral, amuada; o tubarão (chamemos-lhe 'H', de Homem) vai tentar falar com ela...
H - O que é que tens?
M - Nada...
H - Foi alguma coisa que disse?
M - Não...
H - Foi alguma coisa que não disse?
M - Não...
H - Foi algo que eu fiz?
M - Não...
H - Foi algo que deveria ter feito?
M - Não...
H - Foi alguma coisa que disse referente a algo que fiz, quando a coisa que fiz não deveria ter sido feita, ou pelo menos deveria ter sido feita de modo diferente, mais de acordo com os teus sentimentos??
M - Talvez...
H - (suspirando) Eu sabia...
Por motivos de direitos de autor não a posso publicar no blog. Claro que se me enviarem um email sempre posso fazer reply com a imagem...
Vamos tentar criar o ambiente.
No fundo do mar.
Uma tubaroa (tipo... a mulher do tubarão... chamemos-lhe 'M', de Mulher) está sentada, encostada a um coral, amuada; o tubarão (chamemos-lhe 'H', de Homem) vai tentar falar com ela...
H - O que é que tens?
M - Nada...
H - Foi alguma coisa que disse?
M - Não...
H - Foi alguma coisa que não disse?
M - Não...
H - Foi algo que eu fiz?
M - Não...
H - Foi algo que deveria ter feito?
M - Não...
H - Foi alguma coisa que disse referente a algo que fiz, quando a coisa que fiz não deveria ter sido feita, ou pelo menos deveria ter sido feita de modo diferente, mais de acordo com os teus sentimentos??
M - Talvez...
H - (suspirando) Eu sabia...
Waterworld
A conduta de água que estoirou pela terceira vez em Alcântara já se encontra reparada.
É mais um dia neste nosso belo país...
Uns metem água, outros tapam buracos.
É mais um dia neste nosso belo país...
Uns metem água, outros tapam buracos.
06/07/2007
Terapias
Na falta de terapias alternativas tento satisfazer os meus leitores com javardices.
De notar que as javardices apontam sempre para um quê de alarvidade, mas sempre é melhor do que ficar sem dizer nada.
De facto, e antes de mais, não percebo como pode uma javardice ser obscena.
Tipo... não se percebe... um gajo bem tenta usar cenas muito rebuscadas, na onda do 'mundificar' ou a história dos 'jardins suspensos'... ou mesmo coisitas mais 'private', como as referências às SVCs; na realidade, quem poderia alguma vez imaginar que me referia às sempre jeitosas 'Súbitas Vontades de Cagar'? Ok, ok, há pelo menos um grupo de pessoal que era capaz de fazer uma pequena ideia...
Mas quer dizer... eu, obsceno? Bom, de facto, já me chamaram brejeiro... e confesso que fiquei ofendido! Chamarem-me grande ordinário ainda vá lá, agora brejeiro, aponta um bocado para o... não sei... fofo?
E, como podem ver, a alarvidade está a começar a mover montanhas. Eventualmente, montanhas de merda, que é o que consigo dizer em 25 das 24 horas de um dia.
Bom, mas o que acontece é que há sempre um leitor ou outro que, lendo diagonalmente as linhas do meu trabalho, identifica sempre o que se pretende dizer... mesmo que depois se esqueça totalmente do que leu... (ora, cinco referências, correcto?)
E a atenção que alguns leitores dedicam a este bloguezinho, leva a que o autor se sinta desafiado a construir construções de texto cada vez mais construtivas...
Ya, a ver se me deixo de javardices e começo a falar de coisas sérias.
Ando com um vício altamente irritante.
Não sei porque raio começei com isto, mas não consigo parar.
A malta está sentada, a trabalhar, no silêncio ruidoso dos martelos pneumáticos do lado de lá da janela e vou eu e 'pop'... É um ruído estupidificante que a minha boca emite quando afasto os lábios e aumento a pressão de saída do ar vocal. Faço 'pop' e pronto. É involuntário. Um gajo está muito bem a teclar e 'pop'. Depois de perceber o que fiz (uma vez mais) começo a achar um piadão... que nem um tolo. E controlo-me... até ao próximo 'pop' involuntário, daí a uns minutos.
Confesso que se eu não fosse eu, e estivesse a 'popar' à minha frente, já me tinha atirado uma cadeira aos cornos para ver se me calava...
Mas continuo a achar que não é tão irritante quanto o abanar da perninha, que faz agitar as águas (e os monitores, e os computadores, e tudo...) nas mesas às quais a minha está encostada.
E um pato chega ao meio-dia, e vai fazer a rega pré-almoço à casinha mais próxima e ainda há uma alminha que lhe consegue dizer uma fofice do género 'epa, estou cheia de saudades tuas'. 'Ui', penso eu... 'é que nem fazes ideia...'; e o máximo que consigo é atirar uma piada porca para o ar para não começar a dizer asneiras.
Tipo... ainda se me dissessem isso por volta das 22horas, epa, ainda era capaz de aceitar... agora ao meio-dia? Vejam é se atinam...
E com ou sem piadas, uma mente brilhante disse-me um dia: 'nunca comas carne, no mesmo sítio que te põe o pão na mesa'; e o pato cumpre, porque é esperto.
Isto hoje vai de mal a pior... e sem o tratamento com a terapeuta parece tender a piorar...
A ver se fico por aqui, senão ainda dá cagada...
*acho que foram mais 3 ou 4... podes festejar ;)
De notar que as javardices apontam sempre para um quê de alarvidade, mas sempre é melhor do que ficar sem dizer nada.
De facto, e antes de mais, não percebo como pode uma javardice ser obscena.
Tipo... não se percebe... um gajo bem tenta usar cenas muito rebuscadas, na onda do 'mundificar' ou a história dos 'jardins suspensos'... ou mesmo coisitas mais 'private', como as referências às SVCs; na realidade, quem poderia alguma vez imaginar que me referia às sempre jeitosas 'Súbitas Vontades de Cagar'? Ok, ok, há pelo menos um grupo de pessoal que era capaz de fazer uma pequena ideia...
Mas quer dizer... eu, obsceno? Bom, de facto, já me chamaram brejeiro... e confesso que fiquei ofendido! Chamarem-me grande ordinário ainda vá lá, agora brejeiro, aponta um bocado para o... não sei... fofo?
E, como podem ver, a alarvidade está a começar a mover montanhas. Eventualmente, montanhas de merda, que é o que consigo dizer em 25 das 24 horas de um dia.
Bom, mas o que acontece é que há sempre um leitor ou outro que, lendo diagonalmente as linhas do meu trabalho, identifica sempre o que se pretende dizer... mesmo que depois se esqueça totalmente do que leu... (ora, cinco referências, correcto?)
E a atenção que alguns leitores dedicam a este bloguezinho, leva a que o autor se sinta desafiado a construir construções de texto cada vez mais construtivas...
Ya, a ver se me deixo de javardices e começo a falar de coisas sérias.
Ando com um vício altamente irritante.
Não sei porque raio começei com isto, mas não consigo parar.
A malta está sentada, a trabalhar, no silêncio ruidoso dos martelos pneumáticos do lado de lá da janela e vou eu e 'pop'... É um ruído estupidificante que a minha boca emite quando afasto os lábios e aumento a pressão de saída do ar vocal. Faço 'pop' e pronto. É involuntário. Um gajo está muito bem a teclar e 'pop'. Depois de perceber o que fiz (uma vez mais) começo a achar um piadão... que nem um tolo. E controlo-me... até ao próximo 'pop' involuntário, daí a uns minutos.
Confesso que se eu não fosse eu, e estivesse a 'popar' à minha frente, já me tinha atirado uma cadeira aos cornos para ver se me calava...
Mas continuo a achar que não é tão irritante quanto o abanar da perninha, que faz agitar as águas (e os monitores, e os computadores, e tudo...) nas mesas às quais a minha está encostada.
E um pato chega ao meio-dia, e vai fazer a rega pré-almoço à casinha mais próxima e ainda há uma alminha que lhe consegue dizer uma fofice do género 'epa, estou cheia de saudades tuas'. 'Ui', penso eu... 'é que nem fazes ideia...'; e o máximo que consigo é atirar uma piada porca para o ar para não começar a dizer asneiras.
Tipo... ainda se me dissessem isso por volta das 22horas, epa, ainda era capaz de aceitar... agora ao meio-dia? Vejam é se atinam...
E com ou sem piadas, uma mente brilhante disse-me um dia: 'nunca comas carne, no mesmo sítio que te põe o pão na mesa'; e o pato cumpre, porque é esperto.
Isto hoje vai de mal a pior... e sem o tratamento com a terapeuta parece tender a piorar...
A ver se fico por aqui, senão ainda dá cagada...
*acho que foram mais 3 ou 4... podes festejar ;)
01/07/2007
Mais uma aniversariante
Só para mandar os parabéns à Liv, que faz hoje anos.
De facto, nunca percebi como meteram aquele palhaço do Ben Affleck a contracenar com ela... e mais recentemente, meteram o gajo barbudo a fazer de Aragorn... aí é que me passei. Estava tão fofinha a Liv Tyler... com aquele arzinho de elfa... enfim... dá Deus nozes a quem não tem dentes...
De facto, nunca percebi como meteram aquele palhaço do Ben Affleck a contracenar com ela... e mais recentemente, meteram o gajo barbudo a fazer de Aragorn... aí é que me passei. Estava tão fofinha a Liv Tyler... com aquele arzinho de elfa... enfim... dá Deus nozes a quem não tem dentes...
28/06/2007
1 9 8 4
Boas, vinha apenas dar a benção aos meus leitores.
Apesar de tudo, hoje até é um dia interessante.
O 1984 de lá de cima do título não tem nada a ver com o romance, mas sim com ano em si...
Fui à wikipedia e verifiquei os acontecimentos mais importantes de Junho de 1984:
Cumprimentos Patinos! ;)
Apesar de tudo, hoje até é um dia interessante.
O 1984 de lá de cima do título não tem nada a ver com o romance, mas sim com ano em si...
Fui à wikipedia e verifiquei os acontecimentos mais importantes de Junho de 1984:
- 5 de Junho: O governo indiano lança a operação 'Blue Star', o ataque ao templo dourado em Amritsar;
- 6 de Junho: As tropas indianas invadem o templo dourado - 300 baixas;
- 8 de Junho: Um tornado de grau 5 destrói a cidade de Barneveld, no Wisconsin, EUA, matando 9 pessoas, ferindo 200 e causando milhares de dólares de prejuízo;
- 20 de Junho: Os ingleses alteram um sistema de ensino antigo substituindo os exames O-Level e CSE por um único, o GCSE;
- 22 de Junho: O nome da cidade turca Urfa é oficialmente alterado para Şanlıurfa;
- 22 de Junho: Viagem inaugural da Virgin Atlantic Airways;
- 27 de Junho: A França vence a Espanha por 2-0, ganhando assim o Euro-84;
- 28 de Junho, 21H50m: Nasce um pato perturbado mentalmente, que acaba por se tornar um informático completamente passado e solteiro, vindo anos mais tarde a publicar um blog de patos na web;
- 30 de Junho: John Napier Turner torna-se o 17º Primeiro-Ministro canadiano.
Cumprimentos Patinos! ;)
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