A calçada portuguesa é simplesmente linda!
Não compreendo como podem dizer 'ah, levanta a cabeça, olha para cima' quando aos nossos pés temos algo tão singular, tão único.
'Pois, andas sempre à procura de moedas, ah ah!'.
Sinceramente, não compreendo como as pessoas não prestam atenção a estes pequenos detalhes.
E a forma como a calçada é colocada? Já se deram ao trabalho de parar um pouco para ver os tipos que a colocam? Peça a peça, com todo o cuidado, para não estragar todo o caos geométrico que ordena toda a estrutura. Depois temos os moldes. Sim, é verdade, existem moldes para as pedras de cor que dão origem às caravelas, curvas e toda a simbologia que é colocada no chão.
É fantástico como há malta que olha para todo o lado menos para estes pequenos pormenores que distinguem o nosso solo de tantos outros.
Tipo... há pessoal que chega a parar para olhar para um rabo... mas quantos param para ver algo efectivamente tao bonito como a calçada portuguesa? Chega a ser irritante. Por vezes dá vontade de pegar no pescoço dessa malta e encostar-lhes o focinho ao chão só para que vejam, nem que seja obrigados, que pisar este chão é um privilégio!
Possivelmente não serão obsessivos ao ponto de atravessarem uma avenida jogando uma partida mental que visará efectuar determinado percurso pisando apenas as pedrinhas de cor; ou então dando uma passada larga para conseguir pisar todas as caravelas que se encontram no caminho, tendo o cuidado de pisar o corvo que se encontra à direita com o pé esquerdo e o corvo que se encontra à esquerda com o pé direito.
Tenho a certeza que neste ponto os meus leitores já estarão assombrados com a minha pancada.
Mas se pensam assim, é porque nunca experimentaram. Dá um gozo brutal.
Pedra preta, pedra branca, passo curto, passo largo... e no meio de tudo isto, o objecto de todo o nosso encanto: uma simples pedra.
Diz-se que a felicidade assenta nas pequenas coisas da vida. É um facto... quer dizer, não fico particularmente contente por andar a olhar para a calçada. De facto, é mais uma questão de respeito.
Reparem... não é um simples bloco de cimento que é colocado no passeio, de forma assustadora e geometricamente regular, cobrindo 5 metros de uma só vez... é uma pedrinha imaculadamente branca que é colocada num pequeno espaço. Nenhuma é perfeita. Nenhuma tem medidas exactas. Mas é efectivamente aí que reside a sua beleza. Num espaço regular são colocadas numa irregularidade que acaba por regular o nosso andar. E isso é fantástico.
23/02/2008
voltinhas
Dando umas voltinhas no meu bairro, pela manhã, procurando ingredientes para o almoço, apercebo-me de uma dura realidade.
Bom, em primeiro lugar, não tenho motivo algum para ter sentimentos xenófobos ou racistas. Muito pelo contrário.
Contudo, é efectivamente esquisito quando quase toda a população de um dos bairros mais antigos e históricos da velha cidade de Lisboa começa a ganhar sotaque e a mudar de cor. É estranho, quando a velha mercearia do bairro, com o velhote que atendia os clientes e nos conhecia 'desde que éramos deste tamanhinho', fecha para dar lugar a mais uma loja de produtos chineses. É bizarro, quando o pequeno restaurante do bairro onde fizeram a festa do nosso baptizado, corre o risco de encerrar, para dar lugar a mais um restaurante indiano. É assustador, quando os arrumadores de Alfama e Mouraria começam a ganhar sotaque romeno.
Ainda há poucos anos, a malta aqui na zona era assaltada pelos vizinhos. Agora fica-se com a sensação que moramos na Damaia.
O Sting achava que era um inglês em Nova Iorque... eu começo-me a sentir um estrangeiro no meu próprio bairro.
Aliás, a Graça actual assemelha-se bastante a uma mistura de ex-república soviética com um misto de Chinatown e Cabul... e isso não é mesmo nada engraçado.
Bom, em primeiro lugar, não tenho motivo algum para ter sentimentos xenófobos ou racistas. Muito pelo contrário.
Contudo, é efectivamente esquisito quando quase toda a população de um dos bairros mais antigos e históricos da velha cidade de Lisboa começa a ganhar sotaque e a mudar de cor. É estranho, quando a velha mercearia do bairro, com o velhote que atendia os clientes e nos conhecia 'desde que éramos deste tamanhinho', fecha para dar lugar a mais uma loja de produtos chineses. É bizarro, quando o pequeno restaurante do bairro onde fizeram a festa do nosso baptizado, corre o risco de encerrar, para dar lugar a mais um restaurante indiano. É assustador, quando os arrumadores de Alfama e Mouraria começam a ganhar sotaque romeno.
Ainda há poucos anos, a malta aqui na zona era assaltada pelos vizinhos. Agora fica-se com a sensação que moramos na Damaia.
O Sting achava que era um inglês em Nova Iorque... eu começo-me a sentir um estrangeiro no meu próprio bairro.
Aliás, a Graça actual assemelha-se bastante a uma mistura de ex-república soviética com um misto de Chinatown e Cabul... e isso não é mesmo nada engraçado.
22/02/2008
cancela lá isso
Ao longe, aproximando-me da entrada do parque, detecto uma situação bizarra.
A jovem guarda do parque, pendurada na cancela, enquanto uma fila de veículos aguardava para entrar.
Apercebi-me pouco depois que o problema daquela malta toda era o facto da cancela não descer.
Estava... digamos... erecta. Posição semi-vertical e teimava em não descer por nada deste mundo. Mais interessante era a imagem da guarda agarrada literalmente ao pau, tentando puxá-lo para baixo.
Ainda pensei em sair do carro e explicar-lhe que quanto mais ela agarrasse, mais complicado seria que ele descesse. Depois caí em mim e achei que seria uma piada demasiado fácil.
Até porque entretanto ela lá ia conseguindo - a custo - meter a cancela para baixo... até outro macaco tirar o talão da máquina e a cancela voltar a ficar presa na sua posição semi vertical.
Pensei que pudesse haver arranjinho entre a cancela e a máquina dos bilhetes.
Finalmente, e algumas puxadelas depois, lá chegou a minha vez. Certo, a afirmação anterior pode dar azo às mais variadas interpretações... mas referia-me mesmo à vez de tirar o bilhete da máquina.
Assustador foi quando ela me disse para passar... à partida a cancela não iria desbloquear de repente e acertar-me no carro.
Foi então que entendi que ela só podia ser informática ou algo parecido. "À partida" é a expressão que a malta da IT utiliza quando não faz um boi de ideia do que poderá acontecer...
"Não há problema se fizer isto?"; "À partida, não..."
"O que acontece se desligar aquele cabo?"; "À partida, nada...".
Portanto, "à partida", conseguiria percorrer aquela zona de 5 metros sem levar com ela. A cancela, obviamente.
Claro que o pessoal duvida sempre. E ainda para mais eu... não adianta ensinar o Pai-Nosso ao vigário... eu sabia que à partida, ela não fazia um cu de ideia do que se passava com a cancela. O "à partida" é algo de relativo porque depende da posição do utilizador. É um pouco como as Transformações de Galileu.
O "à partida" do lado de quem o diz é sempre algo referente a um momento de relaxamento brutal. "Calma... à partida, não há problema".
Hoje apercebi-me pela primeira vez do quão irritante devo ser com o meu "à partida"; na posição de ouvinte só me apeteceu pegar na cancela e enfiá-la... bom, também não interessa.
Mas compreendo que seja de facto chato...
"À partida??? À partida, a cancela não me esmaga o tejadilho? À partida???"
A jovem guarda do parque, pendurada na cancela, enquanto uma fila de veículos aguardava para entrar.
Apercebi-me pouco depois que o problema daquela malta toda era o facto da cancela não descer.
Estava... digamos... erecta. Posição semi-vertical e teimava em não descer por nada deste mundo. Mais interessante era a imagem da guarda agarrada literalmente ao pau, tentando puxá-lo para baixo.
Ainda pensei em sair do carro e explicar-lhe que quanto mais ela agarrasse, mais complicado seria que ele descesse. Depois caí em mim e achei que seria uma piada demasiado fácil.
Até porque entretanto ela lá ia conseguindo - a custo - meter a cancela para baixo... até outro macaco tirar o talão da máquina e a cancela voltar a ficar presa na sua posição semi vertical.
Pensei que pudesse haver arranjinho entre a cancela e a máquina dos bilhetes.
Finalmente, e algumas puxadelas depois, lá chegou a minha vez. Certo, a afirmação anterior pode dar azo às mais variadas interpretações... mas referia-me mesmo à vez de tirar o bilhete da máquina.
Assustador foi quando ela me disse para passar... à partida a cancela não iria desbloquear de repente e acertar-me no carro.
Foi então que entendi que ela só podia ser informática ou algo parecido. "À partida" é a expressão que a malta da IT utiliza quando não faz um boi de ideia do que poderá acontecer...
"Não há problema se fizer isto?"; "À partida, não..."
"O que acontece se desligar aquele cabo?"; "À partida, nada...".
Portanto, "à partida", conseguiria percorrer aquela zona de 5 metros sem levar com ela. A cancela, obviamente.
Claro que o pessoal duvida sempre. E ainda para mais eu... não adianta ensinar o Pai-Nosso ao vigário... eu sabia que à partida, ela não fazia um cu de ideia do que se passava com a cancela. O "à partida" é algo de relativo porque depende da posição do utilizador. É um pouco como as Transformações de Galileu.
O "à partida" do lado de quem o diz é sempre algo referente a um momento de relaxamento brutal. "Calma... à partida, não há problema".
Hoje apercebi-me pela primeira vez do quão irritante devo ser com o meu "à partida"; na posição de ouvinte só me apeteceu pegar na cancela e enfiá-la... bom, também não interessa.
Mas compreendo que seja de facto chato...
"À partida??? À partida, a cancela não me esmaga o tejadilho? À partida???"
trovoadas
Há algo ao qual acho imensa piada: os alertas da Protecção Civil.
Quando alertam, não acontece nada;
quando não alertam, a malta molha-se.
Já não há alertas como antigamente...
Quando alertam, não acontece nada;
quando não alertam, a malta molha-se.
Já não há alertas como antigamente...
21/02/2008
20/02/2008
flash
Não sei se os meus fiéis leitores já repararam mas, há algo de muito interessante na condução automóvel quando estamos parados em semáforos, engarrafamentos, qualquer coisa onde a velocidade instantânea do veículo seja nula.
De facto, o exercício poderá ser feito também com o carro em movimento mas, não será de todo aconselhável, visto exigir alguma concentração... o que se poderá tornar chato para a malta que cruza o nosso caminho.
Bom, claro que se estivermos parados, deixa de ser considerado condução... afinal, é apenas mais um tolo sentado num assento fofo e agarrado a um volante. Mas vamos ignorar esse detalhe idiota e tentar explicar a situação.
Os piscas dos automóveis são algo que me fascina desde tenra idade.
Quando um tipo liga o pisca e ouve aquele som magnífico do tic-tic, tic-tic, muitas das vezes nem reparará que o som acompanha efectivamente o piscar da luz. Qualquer coisa como tic-tic, flash-flash.
Obviamente, é complicado vermos os piscas a piscar quando estamos dentro do carro. Em parte, deve-se ao facto de estarmos dentro do carro. Mas se estivéssemos fora do carro, teríamos outro tipo de problemas, assentando mais concretamente no facto de não o podermos controlar. Como há coisas muito mais complexas e trabalhosas que também se resolvem, sugeriria que analisassem o piscar do pisca baseados no reflexo do veículo da frente ou, caso não seja possível, no reflexo de uma montra de uma loja... enfim, sejam criativos. Até porque na cidade não faltam locais onde podemos perceber o piscar do pisca.
A questão é o sincronismo do pisca com o pisca do carro da frente.
Caso nunca tenham dado conta, muito dificilmente vão conseguir ter dois carros juntos com os piscas a piscar no mesmo período de tempo. Se o tic for o som do pisca do nosso carro e o tac, o som do pisca do carro ao lado, nunca irão conseguir que o tic e o tac, tiquem ao mesmo tempo. Há sempre ali uma margem na forma de um deslocamento temporal que nos deixa doidos. A mim pelo menos, deixa-me. Ok, é certo que o meu cérebro pequenino é facilmente enlouquecível mas, também não há assim tantas coisas à face da Terra que me consigam deixar doido. Bom, na realidade, para além das enfermeiras, da 'coisa' e de uma erva aromática, creio que só mesmo o sincronismo dos piscas é que me consegue deixar assim. Certo, foi um golpe baixo... mas honesto.
De facto, a merda do tic e do tac nunca estão sincronizados.
É algo que me preocupa desde pequeno.
Se os construtores não chegam a acordo relativamente a um standard tão simples para "ticagem" dos piscas, como podemos nós acreditar que a indústria tem mesmo standards?? Quem nos garante que o motor a quatro tempos não tem tempos a mais ou a menos dependendo do fabricante? E o Dente Azul? Será que é mesmo um protocolo universal? Meu Deus!!!! Ontem de manhã estava parado num semáforo e comecei a ficar hipnotizado com o pisca do gajo da frente! De súbito entendi que a falta de sincronismo dos piscas estava a fazer abalar todos os alicerces do meu universo paralelo embutido neste cérebro pequenino que é o meu.
Se não posso acreditar no sincronismo dos piscas, vou acreditar em quê????
E como se já não bastasse o flash do pisca do gajo da direita a piscar mais rapidamente que o meu... de repente... pauu!!! mete-se um gajo atrás de mim com o pisca a piscar mais lentamente. E o gajo da frente? E o gajo da frente???? Olho para a direita, flash-flash, flash-flash; atrás de mim... flaaaaash-flaaaaash; e o tipo da frente tem daqueles piscas assíncronos com um flash longo e dois curtos, um longo e dois curtos. Merda!
Depois ouço o som do meu e o tic deixa de ter aquele som puro e cristalino... passa a ser mais um no meio de tantos, mas diferente de todos.
De súbito, a grande questão. Quem é que está fora do sincronismo: eu, ou qualquer um dos outros?
Tipo, tem de haver alguém que esteja sincronizado. Com o quê, não faço puto de ideia, mas alguém está sincronizado com algo, alguém, alguma coisa!
E se não for eu? E se for o gajo da frente?
Posso ir à marca e reclamar que não tenho o pisca sincronizado com o ecossistema? Na realidade trata-se de um ecossistema!
Não posso deixar de pensar que este problema ressurgiu nos meus cornos enquanto estava parado na Av. do Brasil, frente a um conhecido hospital psiquiátrico.
Mas, de qualquer forma, a situação abalou os recantos mais profundos do meu ser.
Não sei o que fazer.
Merda!
De facto, o exercício poderá ser feito também com o carro em movimento mas, não será de todo aconselhável, visto exigir alguma concentração... o que se poderá tornar chato para a malta que cruza o nosso caminho.
Bom, claro que se estivermos parados, deixa de ser considerado condução... afinal, é apenas mais um tolo sentado num assento fofo e agarrado a um volante. Mas vamos ignorar esse detalhe idiota e tentar explicar a situação.
Os piscas dos automóveis são algo que me fascina desde tenra idade.
Quando um tipo liga o pisca e ouve aquele som magnífico do tic-tic, tic-tic, muitas das vezes nem reparará que o som acompanha efectivamente o piscar da luz. Qualquer coisa como tic-tic, flash-flash.
Obviamente, é complicado vermos os piscas a piscar quando estamos dentro do carro. Em parte, deve-se ao facto de estarmos dentro do carro. Mas se estivéssemos fora do carro, teríamos outro tipo de problemas, assentando mais concretamente no facto de não o podermos controlar. Como há coisas muito mais complexas e trabalhosas que também se resolvem, sugeriria que analisassem o piscar do pisca baseados no reflexo do veículo da frente ou, caso não seja possível, no reflexo de uma montra de uma loja... enfim, sejam criativos. Até porque na cidade não faltam locais onde podemos perceber o piscar do pisca.
A questão é o sincronismo do pisca com o pisca do carro da frente.
Caso nunca tenham dado conta, muito dificilmente vão conseguir ter dois carros juntos com os piscas a piscar no mesmo período de tempo. Se o tic for o som do pisca do nosso carro e o tac, o som do pisca do carro ao lado, nunca irão conseguir que o tic e o tac, tiquem ao mesmo tempo. Há sempre ali uma margem na forma de um deslocamento temporal que nos deixa doidos. A mim pelo menos, deixa-me. Ok, é certo que o meu cérebro pequenino é facilmente enlouquecível mas, também não há assim tantas coisas à face da Terra que me consigam deixar doido. Bom, na realidade, para além das enfermeiras, da 'coisa' e de uma erva aromática, creio que só mesmo o sincronismo dos piscas é que me consegue deixar assim. Certo, foi um golpe baixo... mas honesto.
De facto, a merda do tic e do tac nunca estão sincronizados.
É algo que me preocupa desde pequeno.
Se os construtores não chegam a acordo relativamente a um standard tão simples para "ticagem" dos piscas, como podemos nós acreditar que a indústria tem mesmo standards?? Quem nos garante que o motor a quatro tempos não tem tempos a mais ou a menos dependendo do fabricante? E o Dente Azul? Será que é mesmo um protocolo universal? Meu Deus!!!! Ontem de manhã estava parado num semáforo e comecei a ficar hipnotizado com o pisca do gajo da frente! De súbito entendi que a falta de sincronismo dos piscas estava a fazer abalar todos os alicerces do meu universo paralelo embutido neste cérebro pequenino que é o meu.
Se não posso acreditar no sincronismo dos piscas, vou acreditar em quê????
E como se já não bastasse o flash do pisca do gajo da direita a piscar mais rapidamente que o meu... de repente... pauu!!! mete-se um gajo atrás de mim com o pisca a piscar mais lentamente. E o gajo da frente? E o gajo da frente???? Olho para a direita, flash-flash, flash-flash; atrás de mim... flaaaaash-flaaaaash; e o tipo da frente tem daqueles piscas assíncronos com um flash longo e dois curtos, um longo e dois curtos. Merda!
Depois ouço o som do meu e o tic deixa de ter aquele som puro e cristalino... passa a ser mais um no meio de tantos, mas diferente de todos.
De súbito, a grande questão. Quem é que está fora do sincronismo: eu, ou qualquer um dos outros?
Tipo, tem de haver alguém que esteja sincronizado. Com o quê, não faço puto de ideia, mas alguém está sincronizado com algo, alguém, alguma coisa!
E se não for eu? E se for o gajo da frente?
Posso ir à marca e reclamar que não tenho o pisca sincronizado com o ecossistema? Na realidade trata-se de um ecossistema!
Não posso deixar de pensar que este problema ressurgiu nos meus cornos enquanto estava parado na Av. do Brasil, frente a um conhecido hospital psiquiátrico.
Mas, de qualquer forma, a situação abalou os recantos mais profundos do meu ser.
Não sei o que fazer.
Merda!
o que se conta por aí
A noite passada estive deprimido e liguei para o SOS Voz Amiga.
Fui atendido por um call center no Paquistão…
Disse-lhes que me queria suicidar.
Receberam a notícia com entusiasmo e perguntaram-me se sabia conduzir um camião.
Fui atendido por um call center no Paquistão…
Disse-lhes que me queria suicidar.
Receberam a notícia com entusiasmo e perguntaram-me se sabia conduzir um camião.
e ainda mais spam...
A minha caixinha de correio tem vindo a ser alvo das mais interessantes mensagens de spam.
Depois do famoso 'Lotaria do Reino Unido', hoje fui brindado com esta bela pérola.
Olá, não sei nem como começar este email...
Fico até sem graça de falar por aqui, me abrir, te falar o que sinto por email
mas foi a unica maneira que encontrei sem correr o risco de me ferir novamente..
Juro que voce é tudo que sonhei pra minha vida, eu adoro estar com vocÊ
desculpa esta falando por aqui, mas foi a unica maneira..
Eu fiz uma animacao com nossas fotos, com maior carinho , espero que goste...
Vou te conquistar e te ter pra mim, JURO!
AMO VOCÊ... Julia
Análise Técnica:
1. Ok... primeiramente, o discurso é tipicamente brasileiro. Na volta é a mulher que me passa a roupa a ferro...
2. Não sei qual é o problema da jovem em abrir-se por email... tanta malta pelo mundo fora a fazer isso... normalmente não dá em nada, mas se insiste; ah, e se ela faz assim tanta questão em abrir-se, esteja à vontade!
3. Eu sou tudo o que ela sonhou? Caramba! A jovem deve ter sonhos muito limitados...
4. Adora estar comigo? Curioso... não me lembro...
5. Animação com as nossas fotos? Nossas? Que nossas? Foda-se, deves estar a brincar!
6. Vai conquistar-me? Hummmm... dificilmente... o 'juro' do final é que me arrepia... as brasileiras são normalmente 'macumbeiras' e ainda me faz uma merda qualquer com penas de galinha preta.
7. Julia? Julia...? Mas quem é a Julia???
Estes bots de spam andam cada vez mais estúpidos.
Conseguem até ser mais cromos que eu com o meu cérebro pequenino...
Depois do famoso 'Lotaria do Reino Unido', hoje fui brindado com esta bela pérola.
Olá, não sei nem como começar este email...
Fico até sem graça de falar por aqui, me abrir, te falar o que sinto por email
mas foi a unica maneira que encontrei sem correr o risco de me ferir novamente..
Juro que voce é tudo que sonhei pra minha vida, eu adoro estar com vocÊ
desculpa esta falando por aqui, mas foi a unica maneira..
Eu fiz uma animacao com nossas fotos, com maior carinho , espero que goste...
Vou te conquistar e te ter pra mim, JURO!
AMO VOCÊ... Julia
Análise Técnica:
1. Ok... primeiramente, o discurso é tipicamente brasileiro. Na volta é a mulher que me passa a roupa a ferro...
2. Não sei qual é o problema da jovem em abrir-se por email... tanta malta pelo mundo fora a fazer isso... normalmente não dá em nada, mas se insiste; ah, e se ela faz assim tanta questão em abrir-se, esteja à vontade!
3. Eu sou tudo o que ela sonhou? Caramba! A jovem deve ter sonhos muito limitados...
4. Adora estar comigo? Curioso... não me lembro...
5. Animação com as nossas fotos? Nossas? Que nossas? Foda-se, deves estar a brincar!
6. Vai conquistar-me? Hummmm... dificilmente... o 'juro' do final é que me arrepia... as brasileiras são normalmente 'macumbeiras' e ainda me faz uma merda qualquer com penas de galinha preta.
7. Julia? Julia...? Mas quem é a Julia???
Estes bots de spam andam cada vez mais estúpidos.
Conseguem até ser mais cromos que eu com o meu cérebro pequenino...
18/02/2008
algoritmia
Estava a tentar desenvolver um algoritmo que pudesse descrever o cérebro feminino.
Observação única: é claramente um péssimo exemplo de programação colocar tantos 'Se' encadeados... contudo, também nunca ninguém disse que as mulheres são seres simples ou de complexidade reduzida.
Tentemos:
funcao torture(string nome_proposto, string nome_recebido, string ele_pensou, string ele_disse, string ele_fez)
{
....string result = " ";
....string_encriptada ela_pensou = 0x13243234235;
....string_encriptada ela_queriaOuvir = 0x123wsw9cxvkln;
....string_encriptada ele_deviaTerFeito = 0xoeq20eiwsf03t8r;
....se (nome_proposto = nome_recebido) entao
....{
........se (ele_pensou not= ela_pensou)
........{
............se (not ele_pensou)
............{
................result = "'tas fodido";
................go to linha_final;
............}
............senao
............{
................se (ele_disse not= ela_queriaOuvir ou ele_fez not = ele_deviaTerFeito ou not ele_fez)
................{
....................result = "previsivelmente, 'tas fodido";
....................go to linha_final;
................}
................senao
................{
....................result = "erro fatal; a porta vai fechar anormalmente - hoje dormes em casa";
....................go to linha_final;
................}
............}
........}
........senao
........{
............result = "impossivel";
............go to linha_final;
........}
....}
....senao
....{
........result = "you wish";
....}
....linha_final -> devolve result;
}
Afinal é tão simples!!! Por vezes tenho mesmo brilhantes rasgos de iluminação...
Observação única: é claramente um péssimo exemplo de programação colocar tantos 'Se' encadeados... contudo, também nunca ninguém disse que as mulheres são seres simples ou de complexidade reduzida.
Tentemos:
funcao torture(string nome_proposto, string nome_recebido, string ele_pensou, string ele_disse, string ele_fez)
{
....string result = " ";
....string_encriptada ela_pensou = 0x13243234235;
....string_encriptada ela_queriaOuvir = 0x123wsw9cxvkln;
....string_encriptada ele_deviaTerFeito = 0xoeq20eiwsf03t8r;
....se (nome_proposto = nome_recebido) entao
....{
........se (ele_pensou not= ela_pensou)
........{
............se (not ele_pensou)
............{
................result = "'tas fodido";
................go to linha_final;
............}
............senao
............{
................se (ele_disse not= ela_queriaOuvir ou ele_fez not = ele_deviaTerFeito ou not ele_fez)
................{
....................result = "previsivelmente, 'tas fodido";
....................go to linha_final;
................}
................senao
................{
....................result = "erro fatal; a porta vai fechar anormalmente - hoje dormes em casa";
....................go to linha_final;
................}
............}
........}
........senao
........{
............result = "impossivel";
............go to linha_final;
........}
....}
....senao
....{
........result = "you wish";
....}
....linha_final -> devolve result;
}
Afinal é tão simples!!! Por vezes tenho mesmo brilhantes rasgos de iluminação...
chovem gatos e cães
Gosto destes dias assim.
Uma 'coisa' aterrorizada com os trovões, um parque de estacionamento vazio e o gozo de ver em todos os canais de televisão o espectáculo das cheias.
Uhhh... Lisboa debaixo de água... Lisboa alagada... Lisboa parada com as enchentes...
So What? Todo o bom lisboeta sabe que isto já faz parte.
É um pouco como os atentados no País Basco, os tremores de terra na California ou a seca no Norte de África. A malta já sabe que quando chove, Lisboa molha-se.
Molha-se Lisboa e molha-se o pessoal todo que insiste em andar de transporte público. Nunca percebi qual é o gozo de estar numa paragem de autocarro debaixo de chuva intensa ou frio cortante. E depois os comboios param porque as linhas ficam molhadas e os electrões constipam-se, o metropolitano fica debaixo de água (literalmente) e os táxis... ah! os táxis. Os táxis andam à pinha.
Aliás, é algo interessante.
Há por aí malta que sabe quando vai chover por causa das dores nas unhas dos pés... outros, percebem quando vai haver trovoada devido às dores de cabeça... eu, quando vejo a praça de táxis do bairro às moscas percebo logo: "olha, temos merda..."; e o facto é que metros à frente começa o engarrafamento e começa também a minha guerra a atravessar a cidade, fugindo às avenidas e achando-me nas vielas...
O jornalismo é de facto algo de fascinante. Consegui assistir durante o jantar a uma sessão contínua de esclarecimentos acerca das chuvas torrenciais e da problemática ambiental no ecossistema.
Francamente... choveu. Qual é o trauma desta gente.
Para não variar, como é já habitual, o sistema de esgotos da cidade está na merda. E, como já é habitual, quando chove, a Capital fica debaixo de água.
Já referi inúmeras vezes que o país está a afundar-se, mas ninguém acredita. Mais! No dia em que Portugal afundar de vez, os lisboetas morrem afogados. Isto, porque não há a porra de um presidente de câmara coça-tomates nesta merda de cidade, que dê mais importância à limpeza das ruas e engenharia do sistema de esgotos do que ao rouba-trocos do estacionamento.
Percebo que seja mais fácil para esses gajos comprarem casa à custa do estacionamento dos outros que fazerem aquilo para o que efectivamente estão a ser pagos.
Não há volta a dar. A raça homo-politicus é composta de vermes. Quais sanguessugas que devoram incansavelmente os nossos parcos salários, ainda levamos com a merda toda que fazem.
Assim, não compreendo os especiais noticiosos, as primeiras páginas e o conceito de 'última hora' relativamente a uma chuvada que, como é hábito, fodeu toda a cidade e arredores.
Entendam uma coisa: notícia, não é o cão morder o homem; notícia, é o homem morder o cão. Quando cair uma carga de água que não inunde a cidade de Lisboa, isso sim, será caso para estranhar...
Cumprimentos Patinos.
Uma 'coisa' aterrorizada com os trovões, um parque de estacionamento vazio e o gozo de ver em todos os canais de televisão o espectáculo das cheias.
Uhhh... Lisboa debaixo de água... Lisboa alagada... Lisboa parada com as enchentes...
So What? Todo o bom lisboeta sabe que isto já faz parte.
É um pouco como os atentados no País Basco, os tremores de terra na California ou a seca no Norte de África. A malta já sabe que quando chove, Lisboa molha-se.
Molha-se Lisboa e molha-se o pessoal todo que insiste em andar de transporte público. Nunca percebi qual é o gozo de estar numa paragem de autocarro debaixo de chuva intensa ou frio cortante. E depois os comboios param porque as linhas ficam molhadas e os electrões constipam-se, o metropolitano fica debaixo de água (literalmente) e os táxis... ah! os táxis. Os táxis andam à pinha.
Aliás, é algo interessante.
Há por aí malta que sabe quando vai chover por causa das dores nas unhas dos pés... outros, percebem quando vai haver trovoada devido às dores de cabeça... eu, quando vejo a praça de táxis do bairro às moscas percebo logo: "olha, temos merda..."; e o facto é que metros à frente começa o engarrafamento e começa também a minha guerra a atravessar a cidade, fugindo às avenidas e achando-me nas vielas...
O jornalismo é de facto algo de fascinante. Consegui assistir durante o jantar a uma sessão contínua de esclarecimentos acerca das chuvas torrenciais e da problemática ambiental no ecossistema.
Francamente... choveu. Qual é o trauma desta gente.
Para não variar, como é já habitual, o sistema de esgotos da cidade está na merda. E, como já é habitual, quando chove, a Capital fica debaixo de água.
Já referi inúmeras vezes que o país está a afundar-se, mas ninguém acredita. Mais! No dia em que Portugal afundar de vez, os lisboetas morrem afogados. Isto, porque não há a porra de um presidente de câmara coça-tomates nesta merda de cidade, que dê mais importância à limpeza das ruas e engenharia do sistema de esgotos do que ao rouba-trocos do estacionamento.
Percebo que seja mais fácil para esses gajos comprarem casa à custa do estacionamento dos outros que fazerem aquilo para o que efectivamente estão a ser pagos.
Não há volta a dar. A raça homo-politicus é composta de vermes. Quais sanguessugas que devoram incansavelmente os nossos parcos salários, ainda levamos com a merda toda que fazem.
Assim, não compreendo os especiais noticiosos, as primeiras páginas e o conceito de 'última hora' relativamente a uma chuvada que, como é hábito, fodeu toda a cidade e arredores.
Entendam uma coisa: notícia, não é o cão morder o homem; notícia, é o homem morder o cão. Quando cair uma carga de água que não inunde a cidade de Lisboa, isso sim, será caso para estranhar...
Cumprimentos Patinos.
17/02/2008
opiniões
A malta tem juízos de valor estranhos.
Tipo... vamos a um restaurante e o pessoal mete-se em discussões com os empregados relativamente ao facto de terem ou não uma ou outra marca de cerveja. Epa... posso ser eu que sou extremamente imperturbável com este tipo de merdas mas, cerveja é sempre cerveja, certo?
Claro que não é exactamente assim... afinal a cerveja sem álcool tem um sabor diferente da normal e com todas as mistelas e sabores que fazem actualmente, cada vez se parece mais com a água com gás. Mas já lá iremos...
O facto é que quando pedimos uma imperial, seja da marca A ou da B, é um dado irrelevante. Em primeiro lugar, não estamos a ver o barril debaixo do balcão; em segundo, duvido mesmo bastante que alguém seja capaz de diferenciar o sabor de imperiais de marcas distintas.
Há tempos fez-se um teste com a Coca-Cola e a Pepsi... dois copos, exactamente iguais, mas sem marca. A maior parte dos 'provadores' preferiu a Pepsi. Depois, o mesmo teste, mas indicando a marca: os mesmos testers preferiram maioritariamente a Coca-Cola. Então se é tudo uma questão de marca, qual é o problema desta malta com a cerveja?
Francamente! É certo que no mundo inteiro há cervejas com características diferentes. Até há aquela na Alemanha produzida artesanalmente num convento qualquer. Ok, assumo essa distinção. Mas entre Sagres e Super Bock, que merda de diferença faz se é de uma ou outra marca?
Os puritanos da cerveja que me perdoem, mas cerveja não é vinho... não andamos a saborear a cerveja às refeições. Não pedimos tinto ou branco, nem nos preocupamos se é verde ou não... é cerveja, mais nada. É basicamente uma merda que enfiamos para dentro em substituição da água mas que nos faz ter vontade de ir à casinha bastante mais cedo.
Não bebemos vinho aos almoços por um motivo simples. Não temos tempo suficiente durante os dias de trabalho para podermos saborear todas as suas características. Então, bebe-se cerveja. Mal comparado, é uma água com gás.
De qualquer forma, teria piada exigir uma imperial da marca xpto...
As águas.
Francamente. É um facto que as águas, consoante a fonte termal, possuem sabores distintos. Embora se diga que a água não tem sabor, a verdade é que a maior ou menor concentração de determinados tipos de minerais realça determinados pontos do nosso palato.
Mas refiro-me às águas normais. Puras. Sem corantes, nem conservantes...
Alguém acredita, mas a sério, alguém acredita que consegue distinguir a diferença entre uma Luso de Limão ou uma del cano do mesmo sabor? A partir do momento em que atiraram para lá o extracto de sabor a limão, a água perdeu toda a sua originalidade. Deixa de fazer sentido o facto de ser de uma marca ou de outra.
É do género de coisa que não interessa nem ao Menino Jesus.
Como o leite. Acham mesmo que o leite de marcas diferentes tem mesmo sabores distintos... quem é que repara nessa merda??? Será que uma vaca certificada produz leite com chocolate de sabor diferente? E afinal, quem é certificado? A empresa, a vaca ou as tetas? Eventualmente metem um piercing numa tetita da vaca dizendo "certificada"...
Caramba, a malta podia ter coisas melhores com que se preocupar.
Eventualmente até eu, em vez de estar para aqui a bloggar via 127.0.0.1... mas há gente para tudo :P
Tipo... vamos a um restaurante e o pessoal mete-se em discussões com os empregados relativamente ao facto de terem ou não uma ou outra marca de cerveja. Epa... posso ser eu que sou extremamente imperturbável com este tipo de merdas mas, cerveja é sempre cerveja, certo?
Claro que não é exactamente assim... afinal a cerveja sem álcool tem um sabor diferente da normal e com todas as mistelas e sabores que fazem actualmente, cada vez se parece mais com a água com gás. Mas já lá iremos...
O facto é que quando pedimos uma imperial, seja da marca A ou da B, é um dado irrelevante. Em primeiro lugar, não estamos a ver o barril debaixo do balcão; em segundo, duvido mesmo bastante que alguém seja capaz de diferenciar o sabor de imperiais de marcas distintas.
Há tempos fez-se um teste com a Coca-Cola e a Pepsi... dois copos, exactamente iguais, mas sem marca. A maior parte dos 'provadores' preferiu a Pepsi. Depois, o mesmo teste, mas indicando a marca: os mesmos testers preferiram maioritariamente a Coca-Cola. Então se é tudo uma questão de marca, qual é o problema desta malta com a cerveja?
Francamente! É certo que no mundo inteiro há cervejas com características diferentes. Até há aquela na Alemanha produzida artesanalmente num convento qualquer. Ok, assumo essa distinção. Mas entre Sagres e Super Bock, que merda de diferença faz se é de uma ou outra marca?
Os puritanos da cerveja que me perdoem, mas cerveja não é vinho... não andamos a saborear a cerveja às refeições. Não pedimos tinto ou branco, nem nos preocupamos se é verde ou não... é cerveja, mais nada. É basicamente uma merda que enfiamos para dentro em substituição da água mas que nos faz ter vontade de ir à casinha bastante mais cedo.
Não bebemos vinho aos almoços por um motivo simples. Não temos tempo suficiente durante os dias de trabalho para podermos saborear todas as suas características. Então, bebe-se cerveja. Mal comparado, é uma água com gás.
De qualquer forma, teria piada exigir uma imperial da marca xpto...
As águas.
Francamente. É um facto que as águas, consoante a fonte termal, possuem sabores distintos. Embora se diga que a água não tem sabor, a verdade é que a maior ou menor concentração de determinados tipos de minerais realça determinados pontos do nosso palato.
Mas refiro-me às águas normais. Puras. Sem corantes, nem conservantes...
Alguém acredita, mas a sério, alguém acredita que consegue distinguir a diferença entre uma Luso de Limão ou uma del cano do mesmo sabor? A partir do momento em que atiraram para lá o extracto de sabor a limão, a água perdeu toda a sua originalidade. Deixa de fazer sentido o facto de ser de uma marca ou de outra.
É do género de coisa que não interessa nem ao Menino Jesus.
Como o leite. Acham mesmo que o leite de marcas diferentes tem mesmo sabores distintos... quem é que repara nessa merda??? Será que uma vaca certificada produz leite com chocolate de sabor diferente? E afinal, quem é certificado? A empresa, a vaca ou as tetas? Eventualmente metem um piercing numa tetita da vaca dizendo "certificada"...
Caramba, a malta podia ter coisas melhores com que se preocupar.
Eventualmente até eu, em vez de estar para aqui a bloggar via 127.0.0.1... mas há gente para tudo :P
independência
Hoje, no grandioso dia 17 de Fevereiro do ano da graça de 2008, em nome do povo livre da Patolândia, declaro independentes da restante Ordem Mundial, os céus azuis e lagos cristalinos Patinos.
Não viveremos mais na sombra opressora da humanidade. Declaramos hoje a nossa Independência.
Como brasão da nossa nova Nação, escolhemos o Pato de Platina, elemento base da nossa ancestralidade, voando a pique sobre um oceano de merda, potencial da nossa existência. Serão estes os símbolos da nossa sociedade, transpostos no fundo de uma bandeira negra.Autoproclamamos a nossa nova ordem, na qual o nosso povo viverá reprimido e míseravel, sob as minhas ordens.
Neste Principado, no qual serei Imperador, todos os patos e patas poderão finalmente viver em paz, acorrentados às garras da minha vontade.
Aproveito para apresentar desde já a minha Guarda Pessoal: os Patonianos. Estes terão a missão de repelir qualquer pensamento livre não-favorável aos meus interesses que, na verdade, são os interesses de todos os patos.
Irmãos Patos, liberdade eterna! Miséria controlada!
Saúdem o vosso novo tirano, eleito nas teias da democracia moderna.Viva nós!
Não viveremos mais na sombra opressora da humanidade. Declaramos hoje a nossa Independência.
Como brasão da nossa nova Nação, escolhemos o Pato de Platina, elemento base da nossa ancestralidade, voando a pique sobre um oceano de merda, potencial da nossa existência. Serão estes os símbolos da nossa sociedade, transpostos no fundo de uma bandeira negra.Autoproclamamos a nossa nova ordem, na qual o nosso povo viverá reprimido e míseravel, sob as minhas ordens.
Neste Principado, no qual serei Imperador, todos os patos e patas poderão finalmente viver em paz, acorrentados às garras da minha vontade.
Aproveito para apresentar desde já a minha Guarda Pessoal: os Patonianos. Estes terão a missão de repelir qualquer pensamento livre não-favorável aos meus interesses que, na verdade, são os interesses de todos os patos.
Irmãos Patos, liberdade eterna! Miséria controlada!
Saúdem o vosso novo tirano, eleito nas teias da democracia moderna.Viva nós!
what if
Antes mais, e apenas para que conste, não sou eu o autor destes lindos desenhos...
Descobri recentemente um website onde doidos espalhados por este mundo fora vão colocando gratuitamente os seus cartoons.
Na minha habitual insónia vou vagueando pelas listagens a ver o que há de novo.
Achei um piadão a este e a toda a sua irónica adjacência...
Pensamentos (ou diarreias mentais) a focar:
1. Se a malta continua eternamente na idade dos porquês, sai asneira;
2. Quando se pensa muito, procurando respostas a questões que não existem ou questões a respostas há muito explicadas, o ecossistema acaba perturbado (e depois temos tsunamis na Ásia);
3. É para ser racional? Ok... vejamos então assim: se Aníbal se tivesse questionado e pensado bem acerca da questão de atravessar os Alpes com o seu exército, possivelmente não o teria feito. Mas valeu a pena, certo?
***
Terminando... um agradecimento especial à malta do Google que deve ter lixado esta merda toda; duas horas e meia à espera para conseguir entrar no meu blog... é dose!
16/02/2008
15/02/2008
previsivelmente
Porque, estupidamente, há sempre coisas que ficam pela metade.
São efectivamente pequenos os detalhes irreconhecíveis por pequenas distracções ou outras situações similares.
Mas também porque nem tudo se baseia em frases pré-feitas em muitos outros detalhes que deveriam ter sido melhorados, e porque de nada serve atirar indiscriminadamente o barro à parede se não continuarmos a tentar reforçar a estrutura de betão com algumas vigas de aço, parece-me que o ideal é continuar a tactear o terreno, embora muito às escuras, até encontrar os locais onde efectivamente podemos cativar.
O grande problema é talvez escrever muito e pouco fazer mas, na realidade, acredito que tenho criatividade para fazer melhor.
Porque também não se compreende muita coisa, mas acabamos por nos aproximar q.b. do cerne da questão.
Porque embora depois de se compreender, se possa até não entender.
Melhor ainda, mesmo após se conseguir entender, não se revela até ao momento em que efectivamente fará sentido revelar o que quer que seja. Porque há detalhes que soam melhor ditos que escritos.
E porque as paredes podem ser frias, distantes, mas tem-se sempre o aquecimento central e as fitas métricas.
E porque assustadoramente as paredes nos conseguem deixar completamente doidos, à nora, sem saber ao certo o que fazer ou pensar.
Mas, por outro lado, resta-nos a capacidade de tentarmos dar um passo para frente, mesmo sabendo que em retorno ganharemos dois ou três passos atrás.
De teimosia ou estupidez, pode-se sempre ter um pouco. Ou não.
De qualquer forma, acompanha esta leitura a previsibilidade de toda a problemática que é na minha óptica já duplamente reconhecida.
São efectivamente pequenos os detalhes irreconhecíveis por pequenas distracções ou outras situações similares.
Mas também porque nem tudo se baseia em frases pré-feitas em muitos outros detalhes que deveriam ter sido melhorados, e porque de nada serve atirar indiscriminadamente o barro à parede se não continuarmos a tentar reforçar a estrutura de betão com algumas vigas de aço, parece-me que o ideal é continuar a tactear o terreno, embora muito às escuras, até encontrar os locais onde efectivamente podemos cativar.
O grande problema é talvez escrever muito e pouco fazer mas, na realidade, acredito que tenho criatividade para fazer melhor.
Porque também não se compreende muita coisa, mas acabamos por nos aproximar q.b. do cerne da questão.
Porque embora depois de se compreender, se possa até não entender.
Melhor ainda, mesmo após se conseguir entender, não se revela até ao momento em que efectivamente fará sentido revelar o que quer que seja. Porque há detalhes que soam melhor ditos que escritos.
E porque as paredes podem ser frias, distantes, mas tem-se sempre o aquecimento central e as fitas métricas.
E porque assustadoramente as paredes nos conseguem deixar completamente doidos, à nora, sem saber ao certo o que fazer ou pensar.
Mas, por outro lado, resta-nos a capacidade de tentarmos dar um passo para frente, mesmo sabendo que em retorno ganharemos dois ou três passos atrás.
De teimosia ou estupidez, pode-se sempre ter um pouco. Ou não.
De qualquer forma, acompanha esta leitura a previsibilidade de toda a problemática que é na minha óptica já duplamente reconhecida.
14/02/2008
fazendo as contas
Ocorreu-me de repente que foi o último dia de S.Valentim de 2008.
O 23º deitado às urtigas.
Isto começa a tornar-se deveras divertido.
De qualquer forma, o dia não foi tão deprimente como tinha pensado. O horário de trabalho serviu para estar assustadoramente calado a ouvir música enquanto desempenhava as tarefas habituais durante umas boas seis horas da jornada laboral. Creio que o dia de hoje deve ter sido terrivelmente deprimente foi para o meu chefe que, ao invés de ouvir um gajo durante 8 horas a dizer asneiras, aguentou quase o mesmo período de tempo a ouvir um doido que tentava acompanhar a letra das músicas enquanto enviava emails a documentar os vírus informáticos do Dia dos Namorados...
Chateia um pouco é o facto de, fugindo completamente à rotina anual deste dia, não ter recebido daqueles emails com as noivas russas que procuram maridos latinos. Sei de quem tenha recebido... que raio terá ele que eu não tenho? hum...
Por outro lado, comecei o dia com um amoroso telefonema de um amigo a pedir ajuda. Entretanto, tive uma agradável refeição a dois, à hora de almoço... com um outro amigo. Caros leitores, para além desta merda ser altamente marada, o meu maior receio é que nos 30 minutos que faltam até ao final deste dia, ainda mais um amigo me bata à porta com alguma ideia esquisita.
Já só pedia uma pequena variação no ecossistema anual relativo a este dia; de facto, começa a tornar-se altamente irritante.
A inconsistência do meu monólogo, insurge-se também relativamente monótona. Assim como este dia que, teimosamente, resiste e resiste ao passar dos anos.
No caminho para casa ainda levo com os casalinhos e os ramos de flores andantes que atravessam a cada passadeira, a cada 50 metros...
Hoje tive ainda uma pequena diarreia mental e dei-me ao trabalho de dissertar um pouco relativamente à quantidade de rosas que se devem oferecer. Creio que li algures que a quantidade ideal são cinco. Em primeiro lugar, as rosas não se oferecem aos pares... pelo contrário, oferecem-se em número ímpar, pois a última rosa a fazer par deve ser a pessoa a quem se oferece. É irónico mas, de qualquer maneira, sempre gostei do conceito. Sobram portanto a oferta de uma rosa (o sovina), de três rosas (sovina médio, que só quer uma noite de quinta para quarta gastando o mínimo possível) e mais de cinco rosas (o desesperado ou o tipo que vai tentar a sorte pedindo alguém em casamento). Assim, parece que cinco rosas é mesmo a medida ideal.
Li também algures por aí que, uma forma interessante de oferecer as ditas cinco rosas é trocar a quinta por uma de plástico. Depois, adiciona-se um assustador cartão que dirá qualquer coisa como: "vou deixar de pensar em ti, quando a última rosa murchar". É fofo. Acho impressionante a quantidade de informação inútil (inútil no sentido de não ser usada...) que um gajo encontra na web. É isso e uns blogs marados com informação idêntica.
Anyway... faltam 15 minutos e ainda não me bateram à porta. Seria uma grande cagada se um gajo aparecesse agora por aqui. Há que ter esperança :(
Ah! Última informação do dia: o autor deste blog, um anormal que se auto-intitula 'pato' (e não 'fofo', como uns e outros comentam) e que na realidade é um tipo bem humano, com todos os sentimentos e sentidos associados, sentiu a necessidade de ter uma presença na web um pouco mais 'normal'. Na realidade, algo que lhe desse um pouco mais de credibilidade... um local onde não comenta nada de manhoso mas faz sim um retrato mais sério da comunidade envolvente. Enfim, é uma literatura mais normal, não associada directamente à Patolândia :)
Achei que seria estranho revelar assim o link, ainda para mais no meio de toda a diarreia que o meu cérebro pequenino produz neste blog. De forma também a dar mais credibilidade às coisas, o link encontra-se no meu perfil patino e algures no fundo desta página. O motivo é simples... não quis associar directamente o verdadeiro perfil a este semi-submundo que gero por horas a fio. Parece-me a mim que seria altamente prejudicial à imagem :S
Sete minutos e meio. Está quase.
Divirtam-se.
O 23º deitado às urtigas.
Isto começa a tornar-se deveras divertido.
De qualquer forma, o dia não foi tão deprimente como tinha pensado. O horário de trabalho serviu para estar assustadoramente calado a ouvir música enquanto desempenhava as tarefas habituais durante umas boas seis horas da jornada laboral. Creio que o dia de hoje deve ter sido terrivelmente deprimente foi para o meu chefe que, ao invés de ouvir um gajo durante 8 horas a dizer asneiras, aguentou quase o mesmo período de tempo a ouvir um doido que tentava acompanhar a letra das músicas enquanto enviava emails a documentar os vírus informáticos do Dia dos Namorados...
Chateia um pouco é o facto de, fugindo completamente à rotina anual deste dia, não ter recebido daqueles emails com as noivas russas que procuram maridos latinos. Sei de quem tenha recebido... que raio terá ele que eu não tenho? hum...
Por outro lado, comecei o dia com um amoroso telefonema de um amigo a pedir ajuda. Entretanto, tive uma agradável refeição a dois, à hora de almoço... com um outro amigo. Caros leitores, para além desta merda ser altamente marada, o meu maior receio é que nos 30 minutos que faltam até ao final deste dia, ainda mais um amigo me bata à porta com alguma ideia esquisita.
Já só pedia uma pequena variação no ecossistema anual relativo a este dia; de facto, começa a tornar-se altamente irritante.
A inconsistência do meu monólogo, insurge-se também relativamente monótona. Assim como este dia que, teimosamente, resiste e resiste ao passar dos anos.
No caminho para casa ainda levo com os casalinhos e os ramos de flores andantes que atravessam a cada passadeira, a cada 50 metros...
Hoje tive ainda uma pequena diarreia mental e dei-me ao trabalho de dissertar um pouco relativamente à quantidade de rosas que se devem oferecer. Creio que li algures que a quantidade ideal são cinco. Em primeiro lugar, as rosas não se oferecem aos pares... pelo contrário, oferecem-se em número ímpar, pois a última rosa a fazer par deve ser a pessoa a quem se oferece. É irónico mas, de qualquer maneira, sempre gostei do conceito. Sobram portanto a oferta de uma rosa (o sovina), de três rosas (sovina médio, que só quer uma noite de quinta para quarta gastando o mínimo possível) e mais de cinco rosas (o desesperado ou o tipo que vai tentar a sorte pedindo alguém em casamento). Assim, parece que cinco rosas é mesmo a medida ideal.
Li também algures por aí que, uma forma interessante de oferecer as ditas cinco rosas é trocar a quinta por uma de plástico. Depois, adiciona-se um assustador cartão que dirá qualquer coisa como: "vou deixar de pensar em ti, quando a última rosa murchar". É fofo. Acho impressionante a quantidade de informação inútil (inútil no sentido de não ser usada...) que um gajo encontra na web. É isso e uns blogs marados com informação idêntica.
Anyway... faltam 15 minutos e ainda não me bateram à porta. Seria uma grande cagada se um gajo aparecesse agora por aqui. Há que ter esperança :(
Ah! Última informação do dia: o autor deste blog, um anormal que se auto-intitula 'pato' (e não 'fofo', como uns e outros comentam) e que na realidade é um tipo bem humano, com todos os sentimentos e sentidos associados, sentiu a necessidade de ter uma presença na web um pouco mais 'normal'. Na realidade, algo que lhe desse um pouco mais de credibilidade... um local onde não comenta nada de manhoso mas faz sim um retrato mais sério da comunidade envolvente. Enfim, é uma literatura mais normal, não associada directamente à Patolândia :)
Achei que seria estranho revelar assim o link, ainda para mais no meio de toda a diarreia que o meu cérebro pequenino produz neste blog. De forma também a dar mais credibilidade às coisas, o link encontra-se no meu perfil patino e algures no fundo desta página. O motivo é simples... não quis associar directamente o verdadeiro perfil a este semi-submundo que gero por horas a fio. Parece-me a mim que seria altamente prejudicial à imagem :S
Sete minutos e meio. Está quase.
Divirtam-se.
psicologia
Sim, é verdade. Psicologia.
Pode não parecer mas tem uma relação muito estreita com a informática.
Quer seja naqueles dias mais complicados em que o informático não tem paciência para ouvir as dúvidas existenciais dos seus utilizadores, quer em toda a estrutura organizacional de uma empresa: a psicologia informática está sempre presente.
É muito importante sabermos como gerir determinadas situações e acalmar utilizadores em pânico. É normal. Um problema pode ser muito básico ou muito complexo visto na perspectiva do informático. Contudo, do lado do utilizador, tudo parece uma catástrofe de proporções brutais. Daí que nos sobrevalorizem demasiado.
O pessoal começa a contar demasiado com os técnicos de serviço, mesmo quando a situação ultrapassa o nosso domínio de conhecimento/actividade.
Um médico nunca se mostra assustado perante um paciente sem esperança alguma; um informático nunca pode dizer que não sabe fazer algo: se o fizer, coloca em causa o sistema e tudo aquilo em que os utilizadores acreditam. Perde-se a imagem do 'protector' que sabe sempre o que fazer, mesmo nas situações mais problemáticas.
Torna-se um pouco assustador porque temos de manter a calma e adquirir os conhecimentos necessários para desempenhar determinada tarefa, mesmo quando não temos know-how acerca da situação em causa.
Por outro lado, os informáticos devem funcionar um pouco como calmante para os utilizadores. São solicitados a estar presentes em todas as ocasiões, mesmo quando não há necessidade para tal.
Mas todos ficam contentes porque está o informático presente.
Na situação limite, estamos presentes a dar apoio técnico, mesmo quando não há computadores, acessos de rede ou qualquer outra coisa electrónica no espaço de quilómetros... mas nota-se alguma calma da parte dos utilizadores. É um pouco como colocarem bombeiros nos eventos públicos.
Ainda num outro ponto de vista, é stressante para os informáticos colocarem-nos em zonas públicas, prontos a dar suporte... não somos profissionais aptos a dar a cara. Pelo contrário, o nosso mundo encontra-se algures atrás de uma grande variedade de teclados, monitores, ratos e telefones.
Dar apoio, sim. Dar a cara, não.
Pode não parecer mas tem uma relação muito estreita com a informática.
Quer seja naqueles dias mais complicados em que o informático não tem paciência para ouvir as dúvidas existenciais dos seus utilizadores, quer em toda a estrutura organizacional de uma empresa: a psicologia informática está sempre presente.
É muito importante sabermos como gerir determinadas situações e acalmar utilizadores em pânico. É normal. Um problema pode ser muito básico ou muito complexo visto na perspectiva do informático. Contudo, do lado do utilizador, tudo parece uma catástrofe de proporções brutais. Daí que nos sobrevalorizem demasiado.
O pessoal começa a contar demasiado com os técnicos de serviço, mesmo quando a situação ultrapassa o nosso domínio de conhecimento/actividade.
Um médico nunca se mostra assustado perante um paciente sem esperança alguma; um informático nunca pode dizer que não sabe fazer algo: se o fizer, coloca em causa o sistema e tudo aquilo em que os utilizadores acreditam. Perde-se a imagem do 'protector' que sabe sempre o que fazer, mesmo nas situações mais problemáticas.
Torna-se um pouco assustador porque temos de manter a calma e adquirir os conhecimentos necessários para desempenhar determinada tarefa, mesmo quando não temos know-how acerca da situação em causa.
Por outro lado, os informáticos devem funcionar um pouco como calmante para os utilizadores. São solicitados a estar presentes em todas as ocasiões, mesmo quando não há necessidade para tal.
Mas todos ficam contentes porque está o informático presente.
Na situação limite, estamos presentes a dar apoio técnico, mesmo quando não há computadores, acessos de rede ou qualquer outra coisa electrónica no espaço de quilómetros... mas nota-se alguma calma da parte dos utilizadores. É um pouco como colocarem bombeiros nos eventos públicos.
Ainda num outro ponto de vista, é stressante para os informáticos colocarem-nos em zonas públicas, prontos a dar suporte... não somos profissionais aptos a dar a cara. Pelo contrário, o nosso mundo encontra-se algures atrás de uma grande variedade de teclados, monitores, ratos e telefones.
Dar apoio, sim. Dar a cara, não.
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