
12/01/2009
olá Jude!
Isto é meio idiota (eventualmente, completamente idiota) mas a pergunta 'o que sou?', multiplica-se exponencialmente por todos os (poucos) neurónios que possuo.
Haveria questões bem mais interessantes a levantar, sobretudo porque a questão à qual pretendo resposta, muito possivelmente apenas eu a poderei encontrar.
Confesso que deveria ser bastante mais divertido, um tipo acordar a questionar-se por que motivo as pizzas redondas são entregues em caixas quadradas, ou então por que razão o chá preto é 'yellow labeled'... mas tratam-se de questões com uma universalidade demasiado abrangente para que o pequeno cérebro deste pato consiga entender ou até mesmo compreender.
No filme "I Robot", o Sonny é um robot (quem diria) que travava também uma luta acerca do porquê da sua existência. Simplesmente, se fosse um robot, como o Sonny, teria o poder de mandar um reset à memória e desligar-me deste tipo de questões sempre que necessário.
Creio que a ideia não deve ser exactamente podermos fazer esse reset, mas sim termos alguma capacidade de acumulação sensorial e de gestão de memória.
Deve ser por isso que somos seres-humanos, com sentimentos, refracções físicas e alongamentos psicológicos.
"Afinal somos humanos..." imagine-se.

(o meu Precioso)
Os seres-humanos são também uma espécie lixada.
Nunca pensei que o assédio a este pato fosse tão elevado por ter uma viagem para partilhar.
Vamos a ver uma cena: ou me consideram a mim o pote de mel (o que seria altamente duvidoso) ou as passagens estão barradas com doce... queria apenas esclarecer publicamente que, independentemente do que possam tentar, eu, o Pato Marques, já tenho companhia e não é do sexo feminino.
E agora é o momento em que me apelidam de paneleiro ou outros nomes feios... Se se querem fazer a mim, ao menos façam-se pelo que sou, mas por uma merda de viagem é que já irrita um bocado. De um momento para o outro já sou um gajo brutal...
De qualquer forma, faltando pouco mais de quatro meses, encontrei um blog excelente, de um tipo que escreve as suas crónicas de Marrocos. Vejam porque é bastante interessante http://marrocos.wordpress.com/.
Finalmente, e para acabar a noite em pleno, o mundo da informática está a mudar. Parece o Império Romano, mas para quem não se apercebeu, o Windows XP vai deixar de ter suporte; o Windows Vista, a maior merda fabricada desde o Windows Millennium Edition, está a dar o bafo... e outra potencial bosta está a caminho. Depois das Aventuras dos Sete, temos o Windows 7, a chegar em todo o seu esplendor.
São excelentes notícias, para a malta da informática: mais incompatibilidades, mais poeira para os olhos, mais e menos de tudo menos de dinheiro. Creio que se o meu salário aumentasse sempre que a Microsoft lança um update... ui, era excelente!
Há muita coisa porreira por aí... desde Fedora Core até Ubuntu, passando por Red Hat e Alinex. Agora... peço é que comecem a usar essas cenas, senão ficaremos agarrados à .net Framework para a eternidade. E garanto-vos, não é o que queremos para os nossos filhos.
Um destes dias ainda falo do acordo ortográfico (que também já me anda a dar a volta à pinha), mas não me parece que seja hoje.
Cumprimentos Patinos!
Haveria questões bem mais interessantes a levantar, sobretudo porque a questão à qual pretendo resposta, muito possivelmente apenas eu a poderei encontrar.
Confesso que deveria ser bastante mais divertido, um tipo acordar a questionar-se por que motivo as pizzas redondas são entregues em caixas quadradas, ou então por que razão o chá preto é 'yellow labeled'... mas tratam-se de questões com uma universalidade demasiado abrangente para que o pequeno cérebro deste pato consiga entender ou até mesmo compreender.
No filme "I Robot", o Sonny é um robot (quem diria) que travava também uma luta acerca do porquê da sua existência. Simplesmente, se fosse um robot, como o Sonny, teria o poder de mandar um reset à memória e desligar-me deste tipo de questões sempre que necessário.
Creio que a ideia não deve ser exactamente podermos fazer esse reset, mas sim termos alguma capacidade de acumulação sensorial e de gestão de memória.
Deve ser por isso que somos seres-humanos, com sentimentos, refracções físicas e alongamentos psicológicos.
"Afinal somos humanos..." imagine-se.
(o meu Precioso)
Os seres-humanos são também uma espécie lixada.
Nunca pensei que o assédio a este pato fosse tão elevado por ter uma viagem para partilhar.
Vamos a ver uma cena: ou me consideram a mim o pote de mel (o que seria altamente duvidoso) ou as passagens estão barradas com doce... queria apenas esclarecer publicamente que, independentemente do que possam tentar, eu, o Pato Marques, já tenho companhia e não é do sexo feminino.
E agora é o momento em que me apelidam de paneleiro ou outros nomes feios... Se se querem fazer a mim, ao menos façam-se pelo que sou, mas por uma merda de viagem é que já irrita um bocado. De um momento para o outro já sou um gajo brutal...
De qualquer forma, faltando pouco mais de quatro meses, encontrei um blog excelente, de um tipo que escreve as suas crónicas de Marrocos. Vejam porque é bastante interessante http://marrocos.wordpress.com/.
Finalmente, e para acabar a noite em pleno, o mundo da informática está a mudar. Parece o Império Romano, mas para quem não se apercebeu, o Windows XP vai deixar de ter suporte; o Windows Vista, a maior merda fabricada desde o Windows Millennium Edition, está a dar o bafo... e outra potencial bosta está a caminho. Depois das Aventuras dos Sete, temos o Windows 7, a chegar em todo o seu esplendor.
São excelentes notícias, para a malta da informática: mais incompatibilidades, mais poeira para os olhos, mais e menos de tudo menos de dinheiro. Creio que se o meu salário aumentasse sempre que a Microsoft lança um update... ui, era excelente!
Há muita coisa porreira por aí... desde Fedora Core até Ubuntu, passando por Red Hat e Alinex. Agora... peço é que comecem a usar essas cenas, senão ficaremos agarrados à .net Framework para a eternidade. E garanto-vos, não é o que queremos para os nossos filhos.
Um destes dias ainda falo do acordo ortográfico (que também já me anda a dar a volta à pinha), mas não me parece que seja hoje.
Cumprimentos Patinos!
10/01/2009
La Cosa Más Bella
Não sei se já repararam, mas o raio dos clips do Eros estão todos bloqueados no YouTube, não deixando a malta partilhar. É altamente cretino, porque a 'partilha' é um pilar básico de qualquer rede... fdp's...
De qualquer forma, estava disponível no iJigg.com. Ah, que coisa mai' linda!
pop( )
Cansado, mas tentando dar a volta à insónia, debatia-me aqui violentamente com um filme.
"About a boy", com o Hugh Grant.
Não tenciono comentar porque, de certa forma, não me agrada particularmente estragar a festa a quem nunca viu o filme.
Contudo, o filme começa com uma brilhante afirmação. "Nenhum homem é uma ilha".
Cada vez mais derreto grande parte do meu tempo isolado, pensando no que faço aqui.
É um facto que deve ser uma questão comum a todos os seres-humanos. Eu iria mais longe e, eventualmente, até os animais terão alguma lógica de pensamento. Lógica essa que, possivelmente nós, humanos, ainda não entendemos.
Mas às vezes esqueço-me que isto não é um blog do mundo. É meu. Não interessa o que escrevo aqui, sou um cidadão anónimo do universo; muitos pensam conhecer-me, poucos me conhecem efectivamente e, para a humanindade em geral sou um grão de poeira no meio da deslocação temporal.
Não preciso de ser um porco idiota ou um génio do silêncio perdido no meu mp3. Basta ser efectivamente o velho e real autor, escondido nas penas de um pato imaginário.
Deverá existir um motivo concreto para me encontrar aqui, a estas horas, a divagar acerca da existência de um motivo. Só que não faz sentido.
Uma vez disseram-me que ninguém é insubstituível. Acredito mais ou menos nisso. Pelo menos no que respeita à minha pessoa sim, não sou insubstituível.
Metade da minha família foi cremada. Em relação à restante metade, mantenho um saudável afastamento social.
Há dias, alguém me perguntou se morava sozinho. A resposta gerou obviamente a clássica pergunta respeitante ao que seria feito da família. Yah... pois.
Tento ver isto com algum do humor negro que herdei da minha Mãe mas, por vezes (a esta hora, sobretudo) é bastante complicado conseguir entender.
Sou um tipo banal, com uma profissão banal. Não faço mais nem menos que o que outros como eu são capazes de fazer. Lá está, haverá mais como eu; podemos criar uma associação de anónimos, se estiverem para aí virados.
Acho alguma piada ao meu horóscopo diário. Lamento, não tenho culpa que me atirem com o Destak ou o Metro para dentro do carro todas as manhãs. Gosto de ler e o "Caminho das Estrelas" desperta alguma da minha curiosidade.
Dizem os Astros que o caranguejo é um animal que acima de tudo, tem um forte sentimento de casa e de família.
Lol. Não posso deixar de achar que isto é brutalmente hilariante. Passa das três da manhã, estou sozinho numa casa e sem ninguém com quem falar. Talvez eu não queira falar. Talvez já esteja de tal forma viciado em devorar tecla atrás de tecla no computador, que seja a escrita o único escape. A partir das 20, deixo de falar. O meu mundo passa a ser só letras, até às 8 horas do dia seguinte. Apercebo-me agora que não dou uso às cordas vocais durante pelo menos 12 horas do meu dia.
No meu mundo perfeito virtual, iria acordar a minha Mãe, sentar-me na cama com um chá quente e falar. Num meu mundo perfeito real, não o faria, porque nunca quis chatear os outros com as minhas coisas. No meu mundo real, dou conta do juízo a um monte de bytes online. Sério... se fosse um blog e tivesse um autor como eu, acho que largava um void() e mandava-me para o infinito.
É que estou brutalmente cansado, mas não tenho sono; e acabo aqui caído a escrever nos intervalos da programação em ASP e C#.
Acho apenas estúpido, porque tecnicamente deveria estar naquela idade em que nem sou carne nem peixe, ou seja, deveria procurar afastar-me da família para iniciar a minha vida sozinho e, por outro lado, ter o sentimento activo de família, casa, coisas dessas...
Ingrato é o facto de não ter de ir para a primeira hipótese porque, afinal, já não existe ninguém por perto para me poder afastar; por outro, considerando que a maior parte das famílias actuais se constitui perto dos 30, ainda me faltarão uns cinco anos para me preocupar em trocar o Corsa por um monovolume e arranjar a casa grande com jardim para as crias andarem a brincar.
O lado positivo disto tudo é o facto de, cruelmente, existir malta bem pior que eu. A ver... tenho casa, carro, trabalho e os melhores Amigos e Amigas do mundo. Tecnicamente nem deveria ter motivos para me queixar. Mas apetece-me.
Amanhã, uma vez mais, vou acordar e dizer "foda-se".
Amanhã, uma vez mais, vou cair na rotina habitual.
Amanhã, uma vez mais, vou cair naquele pensamento negro que toda a gente diz para eu não ter, mas que me gera toda a dúvida existencial da criação das ilhas (ilhas essas que aparecem altamente bem definidas no filme que referia no início).
Aqui a fada do lar acha que vai largar a escrita que não é escrita e tentar agarrar o João Pestana. Está a parecer-me que é daqueles dias em que só penso, digo e escrevo merda. E isso é terrível para o blog. O gajo fica deprimido e que eu saiba ainda não existem Análises Freudianas a Estruturas de Dados Online.
Amanhã há mais.
"About a boy", com o Hugh Grant.
Não tenciono comentar porque, de certa forma, não me agrada particularmente estragar a festa a quem nunca viu o filme.
Contudo, o filme começa com uma brilhante afirmação. "Nenhum homem é uma ilha".
Cada vez mais derreto grande parte do meu tempo isolado, pensando no que faço aqui.
É um facto que deve ser uma questão comum a todos os seres-humanos. Eu iria mais longe e, eventualmente, até os animais terão alguma lógica de pensamento. Lógica essa que, possivelmente nós, humanos, ainda não entendemos.
Mas às vezes esqueço-me que isto não é um blog do mundo. É meu. Não interessa o que escrevo aqui, sou um cidadão anónimo do universo; muitos pensam conhecer-me, poucos me conhecem efectivamente e, para a humanindade em geral sou um grão de poeira no meio da deslocação temporal.
Não preciso de ser um porco idiota ou um génio do silêncio perdido no meu mp3. Basta ser efectivamente o velho e real autor, escondido nas penas de um pato imaginário.
Deverá existir um motivo concreto para me encontrar aqui, a estas horas, a divagar acerca da existência de um motivo. Só que não faz sentido.
Uma vez disseram-me que ninguém é insubstituível. Acredito mais ou menos nisso. Pelo menos no que respeita à minha pessoa sim, não sou insubstituível.
Metade da minha família foi cremada. Em relação à restante metade, mantenho um saudável afastamento social.
Há dias, alguém me perguntou se morava sozinho. A resposta gerou obviamente a clássica pergunta respeitante ao que seria feito da família. Yah... pois.
Tento ver isto com algum do humor negro que herdei da minha Mãe mas, por vezes (a esta hora, sobretudo) é bastante complicado conseguir entender.
Sou um tipo banal, com uma profissão banal. Não faço mais nem menos que o que outros como eu são capazes de fazer. Lá está, haverá mais como eu; podemos criar uma associação de anónimos, se estiverem para aí virados.
Acho alguma piada ao meu horóscopo diário. Lamento, não tenho culpa que me atirem com o Destak ou o Metro para dentro do carro todas as manhãs. Gosto de ler e o "Caminho das Estrelas" desperta alguma da minha curiosidade.
Dizem os Astros que o caranguejo é um animal que acima de tudo, tem um forte sentimento de casa e de família.
Lol. Não posso deixar de achar que isto é brutalmente hilariante. Passa das três da manhã, estou sozinho numa casa e sem ninguém com quem falar. Talvez eu não queira falar. Talvez já esteja de tal forma viciado em devorar tecla atrás de tecla no computador, que seja a escrita o único escape. A partir das 20, deixo de falar. O meu mundo passa a ser só letras, até às 8 horas do dia seguinte. Apercebo-me agora que não dou uso às cordas vocais durante pelo menos 12 horas do meu dia.
No meu mundo perfeito virtual, iria acordar a minha Mãe, sentar-me na cama com um chá quente e falar. Num meu mundo perfeito real, não o faria, porque nunca quis chatear os outros com as minhas coisas. No meu mundo real, dou conta do juízo a um monte de bytes online. Sério... se fosse um blog e tivesse um autor como eu, acho que largava um void() e mandava-me para o infinito.
É que estou brutalmente cansado, mas não tenho sono; e acabo aqui caído a escrever nos intervalos da programação em ASP e C#.
Acho apenas estúpido, porque tecnicamente deveria estar naquela idade em que nem sou carne nem peixe, ou seja, deveria procurar afastar-me da família para iniciar a minha vida sozinho e, por outro lado, ter o sentimento activo de família, casa, coisas dessas...
Ingrato é o facto de não ter de ir para a primeira hipótese porque, afinal, já não existe ninguém por perto para me poder afastar; por outro, considerando que a maior parte das famílias actuais se constitui perto dos 30, ainda me faltarão uns cinco anos para me preocupar em trocar o Corsa por um monovolume e arranjar a casa grande com jardim para as crias andarem a brincar.
O lado positivo disto tudo é o facto de, cruelmente, existir malta bem pior que eu. A ver... tenho casa, carro, trabalho e os melhores Amigos e Amigas do mundo. Tecnicamente nem deveria ter motivos para me queixar. Mas apetece-me.
Amanhã, uma vez mais, vou acordar e dizer "foda-se".
Amanhã, uma vez mais, vou cair na rotina habitual.
Amanhã, uma vez mais, vou cair naquele pensamento negro que toda a gente diz para eu não ter, mas que me gera toda a dúvida existencial da criação das ilhas (ilhas essas que aparecem altamente bem definidas no filme que referia no início).
Aqui a fada do lar acha que vai largar a escrita que não é escrita e tentar agarrar o João Pestana. Está a parecer-me que é daqueles dias em que só penso, digo e escrevo merda. E isso é terrível para o blog. O gajo fica deprimido e que eu saiba ainda não existem Análises Freudianas a Estruturas de Dados Online.
Amanhã há mais.
09/01/2009
a matemática do nada
Saí de casa sem reparar no frio que estava.
Somente quando liguei o carro e surgiu o alerta de piso escorregadio no ecrã, é que me dei ao trabalho de perceber que estava um frio de gelar a peninha mais quente.
Mas o post não é acerca de frio. E muito menos acerca de penas.
Acontece que a meio caminho do trabalho, consegui ter uma visão puramente matemática do frio que estava.
Paaaahh! A relação entre o frio que está na rua e o aquecimento do carro pode ser transposta segundo um multiplicador de 10 unidades. 2.5ºC na rua, 25ºC no carro. Brutal!
Fiquei mesmo contente com a ideia.
E isto serve para quê? Absolutamente para nada.
Somente quando liguei o carro e surgiu o alerta de piso escorregadio no ecrã, é que me dei ao trabalho de perceber que estava um frio de gelar a peninha mais quente.
Mas o post não é acerca de frio. E muito menos acerca de penas.
Acontece que a meio caminho do trabalho, consegui ter uma visão puramente matemática do frio que estava.
Paaaahh! A relação entre o frio que está na rua e o aquecimento do carro pode ser transposta segundo um multiplicador de 10 unidades. 2.5ºC na rua, 25ºC no carro. Brutal!
Fiquei mesmo contente com a ideia.
E isto serve para quê? Absolutamente para nada.
08/01/2009
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Estou a tentar ser menos porco. Menos obscuro. Menos idiota.Afinal, estou a chegar aos 25 e já deve cansar ouvir um gajo que consegue fazer uma piada com qualquer merda.
Tipo, por um lado, é um dos pilares da javardice de um Pato Marques, mas suponho que já esteja na altura de alterar este feitio.
Epa, mas porra, a tentação escorre por todos os lados.
Hoje, lá estava eu muito sossegadinho, calado com os pensamentos negros habituais quando alguém me cumprimentou.
Não percebi bem o aceno de cabeça, mas depois percebi que estava com a boca cheia de uma sandes qualquer e que por isso, fazia apenas gestos com a cabeça.
"Ok, Pato... controla-te, não uses a piada clássica da boca cheia"
Aproximei-me para o cumprimento e pás! Era uma sandes de salsicha.
É duro. Consegui em cinco segundos criar 15 piadas envolvendo os termos "boca cheia" e "salsicha". Como se não bastasse, ainda se justificou com a porcaria que estava a fazer com a sandes (cujos pedacinhos de salsicha iam caindo para o guardanapo) referindo qualquer coisa como a falta de prática a comer aquilo.
Epaaaa, não é justo!
Mas ok, vou tentar. Evitar pensamentos impuros a ver se começo a controlar o meu instinto asneiral.
Do mal o menos, o facto de conseguir pensar nas coisas sem as dizer, já é um passo na minha reconstituição social. Quer dizer que já consigo conter estar merdas. Mais um pouco e deixo de pensar asneira.
Contudo, a tentativa de bloqueio destas coisas origina-me as mais curiosas e imbecis análises de pensamento.
Ocorreu-me entretanto a ideia de um franchise de comida a peso, em que os frangos eram vendidos à unidade.
A sério, isto é demasiado estúpido. Mas foi algo que me veio à cabeça durante o dia.
Uma revelação também do dia de hoje, foi a tentativa de verificação da hipótese que refere que o Noddy é xunga (por conduzir um yellow cab...) e que o Ruca é leucémico.
Yah, a ideia é terrível, concordo.
Mas este estupidamente incrível humor negro, sádico e macabro parece não ter fim. Quer dizer... o Noddy, xunga?? Por conduzir um carro amarelo? Epa, tem dias... se for um Ferrari ainda vá; a questão só se coloca se for um Fiat Punto ou um Seat Ibiza. Ah, e há ainda a questão do gajo não ter subwoofer na bagageira porque dessa forma não arranjaria espaço para meter a Gata Cor-de-Rosa.
Uma ideia abstracta... já viram que no Noddy, todos os diabretes são pretos? Quererá dizer alguma coisa?
A malta já sabe que os Teletubbies (é assim que se escreve?) são paneleiros porque fazem a filinha de enrabamento matinal; os americanos deixaram de passar a Rua Sésamo porque o Egas (grande! és o maior!) e o Becas tomavam banho juntos; e o Noddy passa a ideia de racismo qualificado. É que a Enid Blyton não se contentava em chamar 'Diabretes' aos gajos... não, tinha de ser designação+cor ou seja, 'Diabretes Pretos', logo para matar as dúvidas à cabeça!
Vou evitar as piadas acerca do Ruca... acho demasiado negro, até mesmo para mim.
Entretanto, notícias de além-Atlântico, lol.
Toda a gente conhece a wikipédia, certo?
Então imaginem uma wiki-porn-pédia com os contactos das "garotas" brasileiras... yah, já está online em http://www.wikigp.com; só para tirar as dúvidas, o próprio site indica "O WikiGP tem por fundamento apenas catalogar as acompanhantes independentes em atividade, não tendo vínculo comercial com as acompanhantes aqui listadas, estabelecimentos do gênero ou sites de acompanhantes.". Está certo... "apenas catalogar" seres-humanos, não é? Parabéns...
Achei particular piada à secção de pesquisa por preço, onde descobri que há jovens avaliadas em $60... para além de altamente degradante, parece-me um preço demasiado baixo. A menos que seja a Raimunda, a que era feia de cara e boa de bunda.
Prometo que vou parar de escrever (só por hoje, não se preocupem) e tentar dormir mas... só para largar o presunto na madrugada, uma última questão que coloco ao mundo:
Afinal, a Matemática, foi descoberta ou inventada? (se quiserem tentar esclarecer este ignóbil pato, estejam à vontade... mas justifiquem, por favor).
Cumprimentos (nocturnos) patinos!
07/01/2009
ice-t
Está um frio de rachar.Os analistas meteorológicos (nunca percebi bem esta ideia... afinal, eu sou analista de sistemas e não prevejo a falha dos sistemas com uma mínima de 6 bytes na manhã de sexta-feira) sugerem que quinta e sexta as temperaturas mínimas estejam abaixo de 0ºC em Lisboa.
De facto, a ideia que já trabalhei várias vezes do "saio contigo quando o Inferno gelar" afasta-se cada vez mais do conceito de utopia.
Encontrei uma explicação para a vaga de frio.
O problema está na Islândia, que entrou recentemente em falência. Os cabrões dos esquimós, como não têm dinheiro para aquecimento tentam soprar para aquecer as mãos.
Só que como o fazem atrás dos icebergs (imaginem uma centena de gajos a soprar para um bloco de gelo gigante) o ar que passa congela e é apanhado pelas correntes do Atlântico, que o trazem até nós.
Um apelo à comunidade esquimó: Por favor, independentemente do dinheiro que não tenham, se querem aquecer as mãos, metam-nas no cú e peidem-se de seguida. Mas, pelo amor da santa, não soprem, tá ok?
Até porque um peido, efectuado de forma concertada (lembram-se quando nos mandaram saltar todos no escritório a meio do dia para alterar a translação da Terra?), poderá trazer grandes melhorias a esta vaga de frio.
Está cientificamente provado que uma grande percentagem dos gases de estufa são provocados pelos peidinhos metânicos dos bovinos.
Ora, está frio... o que quer dizer que estamos com carbono a menos a estufar-nos.
Vamos lá, pessoal! Vacas de quatro e de duas patas, bois e cabritos! Vamos lá a comer uma feijoada para lançar uns gases para o limbo atmosférico, pode ser?
Aumentam-se novamente os gases de estufa, esta merda aquece e ficamos com um Inverno fofinho, que tal?
Teremos de pedir contenção aos frequentadores de rodízios, para que as vacas não sejam extintas. Quanto mais vacaria, melhor, para a malta ter isto bem aconchegado...
Poder-se-ia dar a extinção bovina e depois era uma merda, porque isto ia ficar mesmo frio. Ainda mais.
Afinal o George Bush é que tinha razão em não aderir ao Protocolo de Quioto. Havia uns quantos tornados do lado de lá do mundo e umas massas de gelo a derreter... mas em contrapartida era verão durante todo o ano na Europa.
De resto, já sabem, toca a pegar nos cachecóis porque esta merda vai mesmo gelar.
Visão dramática: com sorte, forma-se uma estalactite (não estalagmite...) aqui no tecto, que me acerta em cheio nos corno. É um facto que vai fazer um bocado de porcaria aqui na sala, mas deixam de ter de aturar as minhas teorias de merda neste blog ainda mais merdoso.
Burn it!
05/01/2009
mona lisa
Continuo a não tirar da cabeça o 'fly me to the moon', mas achei por bem colocar algo diferente.
Já agora... recomendo vivamente o 'Sorriso de Mona Lisa'; apesar da Julia Roberts ter efectivamente um sorriso lindo, o filme em si é simplesmente fantástico.
Já agora... recomendo vivamente o 'Sorriso de Mona Lisa'; apesar da Julia Roberts ter efectivamente um sorriso lindo, o filme em si é simplesmente fantástico.
"tou xim?"
O que mais gosto nas lojas de produtos electrónicos é o facto da maior parte do pessoal que por lá anda, não fazer corno do que raio tem para vender.
Um bocado idêntico ao padeiro cego da padaria ali da rua...
"Oh, senhor Zé, tem bolas?"
"Ahhh, não sei, não sei... não 'tou a ver..."
Só que estes são casos bem mais graves porque, de facto, para além de terem três olhos, nenhum deles vê o que deveria efectivamente ver
Numa loja, o cromo do balcão estava mais interessado nas mamas da colega e na bolachinha que mordiscava enquanto me atendia que em saber efectivamente de que modelo específico eu falava... já na outra, o problema prendia-se com o sotaque da funcionária que, por seu turno, não percebia porra alguma do que eu dizia.
Epa, vamos a ver uma cena: é assim tão complicado eu chegar a uma loja da especialidade com a referência de um modelo em particular, modelo esse que é vendido nessas lojas, e os funcionários ainda duvidarem que a referência exista?
"Epaaaa, fooooda-se! Só me apetece pegar-te na cabeça e atirar-ta repetida e compulsivamente contra a parede, até perceberes que o modelo está de facto registado na tua base de dados!!! Vai lá, vai, vai, vai ver, cabrãozinho! Larga as mamas da tua colega e vai tentar perceber o que tens para vender!!!!!!"
Quando eu era mais novo e procurava o primeiro trabalho, todas essas empresas recusavam os meus serviços porque eu 'não tinha experiência'... curiosamente, pareço saber mais do produto que eles têm para venda que eles próprios, o que é empresarialmente deprimente.
Eventualmente baixaram a fasquia nos recursos humanos.
Posso ser muito conservador, mas na minha curta incursão por um balcão, atendendo directamente o público, tinha sempre a ideia que o cliente é o mais importante. Saber sempre o que o cliente quer é uma prioridade e, mais importante, conhecer todos os produtos que temos...
"Referência Xpto...? Isso é nosso?"
"Yah, está no vosso site..."
"Ah, então vou ver no site..."
Pois, e estás a chamar-me mentiroso porque vais verificar se é mesmo verdade e se a referência existe, não é? Porque estás a dizer directamente ao teu cliente que não sabe o que está a dizer!!! E porque és um grande animal, que não sabe sequer portar-se convenientemente a um balcão! E porque eu não tinha mais nada para fazer que não decorar referências imaginárias... isso e coçar os tomates enquanto converso com o duende imaginário que habita o meu ombro direito! BRONCO!
Ou então sou eu, que vejo mal as coisas e compreendo tudo ao contrário.
Noite de cão.
Pergunto-me o que será uma noite de cão. Afinal, não sou um cão, mas sim um pato. Contudo, se fosse quantificável a definição de noite de cão, certamente consistiria em acordar a cada 60 minutos.
60 minutos olimpicamente cronometrados.
Afinal, por que lhe chamam 'noite de cão'? 'Vida de cão', 'qualquer coisa de cão'...? Qual o motivo para relacionar isto com um cão?
O facto de ser cão é algum impedimento social? Um gajo já não pode ser cão à vontade?
E não ser cão, também é mau?
Por que não posso dizer "tive uma noite de funcionário de loja de telemóveis!"? Aí sim, já poderia soar a conteúdo ofensivo.
Aliás, assim de repente, era de ver o animal que não conhece a merda da referência que tem para vender, a acordar à noite de 60 em 60 minutos!!!!
Apeteceu-me enfiar-lhe um telemóvel no rabo em modo vibratório. E depois telefonar várias vezes para ele.
"Estou???? Fala do Recto??"
O chato é que ele podia gostar.
Um bocado idêntico ao padeiro cego da padaria ali da rua...
"Oh, senhor Zé, tem bolas?"
"Ahhh, não sei, não sei... não 'tou a ver..."
Só que estes são casos bem mais graves porque, de facto, para além de terem três olhos, nenhum deles vê o que deveria efectivamente ver
Numa loja, o cromo do balcão estava mais interessado nas mamas da colega e na bolachinha que mordiscava enquanto me atendia que em saber efectivamente de que modelo específico eu falava... já na outra, o problema prendia-se com o sotaque da funcionária que, por seu turno, não percebia porra alguma do que eu dizia.
Epa, vamos a ver uma cena: é assim tão complicado eu chegar a uma loja da especialidade com a referência de um modelo em particular, modelo esse que é vendido nessas lojas, e os funcionários ainda duvidarem que a referência exista?
"Epaaaa, fooooda-se! Só me apetece pegar-te na cabeça e atirar-ta repetida e compulsivamente contra a parede, até perceberes que o modelo está de facto registado na tua base de dados!!! Vai lá, vai, vai, vai ver, cabrãozinho! Larga as mamas da tua colega e vai tentar perceber o que tens para vender!!!!!!"
Quando eu era mais novo e procurava o primeiro trabalho, todas essas empresas recusavam os meus serviços porque eu 'não tinha experiência'... curiosamente, pareço saber mais do produto que eles têm para venda que eles próprios, o que é empresarialmente deprimente.
Eventualmente baixaram a fasquia nos recursos humanos.
Posso ser muito conservador, mas na minha curta incursão por um balcão, atendendo directamente o público, tinha sempre a ideia que o cliente é o mais importante. Saber sempre o que o cliente quer é uma prioridade e, mais importante, conhecer todos os produtos que temos...
"Referência Xpto...? Isso é nosso?"
"Yah, está no vosso site..."
"Ah, então vou ver no site..."
Pois, e estás a chamar-me mentiroso porque vais verificar se é mesmo verdade e se a referência existe, não é? Porque estás a dizer directamente ao teu cliente que não sabe o que está a dizer!!! E porque és um grande animal, que não sabe sequer portar-se convenientemente a um balcão! E porque eu não tinha mais nada para fazer que não decorar referências imaginárias... isso e coçar os tomates enquanto converso com o duende imaginário que habita o meu ombro direito! BRONCO!
Ou então sou eu, que vejo mal as coisas e compreendo tudo ao contrário.
Noite de cão.
Pergunto-me o que será uma noite de cão. Afinal, não sou um cão, mas sim um pato. Contudo, se fosse quantificável a definição de noite de cão, certamente consistiria em acordar a cada 60 minutos.
60 minutos olimpicamente cronometrados.
Afinal, por que lhe chamam 'noite de cão'? 'Vida de cão', 'qualquer coisa de cão'...? Qual o motivo para relacionar isto com um cão?
O facto de ser cão é algum impedimento social? Um gajo já não pode ser cão à vontade?
E não ser cão, também é mau?
Por que não posso dizer "tive uma noite de funcionário de loja de telemóveis!"? Aí sim, já poderia soar a conteúdo ofensivo.
Aliás, assim de repente, era de ver o animal que não conhece a merda da referência que tem para vender, a acordar à noite de 60 em 60 minutos!!!!
Apeteceu-me enfiar-lhe um telemóvel no rabo em modo vibratório. E depois telefonar várias vezes para ele.
"Estou???? Fala do Recto??"
O chato é que ele podia gostar.
04/01/2009
03/01/2009
carros
Hoje, ao volante, reparava num gajo que ia à minha frente.Bom, na realidade não ia bem à minha frente. Ou, pelo menos, o carro ia, mas não o condutor.
Há uns tipos por aí que, por motivos que permanecem obscuros para a minha pessoa, não mantém a cabeça atrás do volante, mas sim atrás do rádio.
Pergunto-me para que raio querem eles um airbag... eventualmente esperam que o cd que está a tocar seja almofadado ou cena parecida.
Portanto, tentando perceber bem o núcleo da questão: da cintura para baixo, mantém-se no lugar do condutor; depois, a coluna faz uma diagonal que se prolonga acima da alavanca das velocidades, esticando o braço esquerdo sobre o volante e o direito a segurar o travão de mão... sabe-se lá quando podemos precisar de o utilizar em andamento, não é?
O meu carrinho continua a fazer das suas.
Liguei-o e... nada.
Tipo, mas o carro está ligado? Hum, parece que sim, pelo menos consigo ouvir o motor; mas... não falta nada? Uma merda iluminada à minha frente, talvez?
Pois, por um motivo que não consigo justificar, o computador de bordo parou, simplesmente... nada de velocímetro, conta-rotações, indicadores luminosos ou qualquer sinal de vida no interior do carro, à excepção do leitor de cd que continuava a tocar como se não houvesse amanhã... cinco minutos de palavrinhas meigas e, estupidamente, voltou a funcionar como se nada fosse.
E são estas merdas que acontecem, que me fazem fazer figura de idiota quando levo o bolinhas à Opel...
"Ouça... o gajo parou, simplesmente!"
"De certeza que foi este carro?"
Curiosamente, e percebendo que o problema estaria no computador de bordo, ocorreu-me utilizar a primeira regra dos sistemas informáticos. Desliguei o carro, saí e voltei a entrar. Giro, não funcionou.
O que tem alguma piada no meio disto tudo, é que apesar de o carro me dar conta do juízo nos momentos mais marados, não seria capaz de o trocar.
Aquele olhar doce com que os faróizinhos me fitam quando está com o depósito do limpa-vidros vazio, ou o martelar ternurento dos quatro cilindros quando entra finalmente em velocidade de cruzeiro... ou até mesmo a birra do auto-rádio sempre que forço um bocadinho mais aquela segunda.
Obviamente que isto não invalida que a ideia de poder ter um problema mais grave enquanto faço uma viagem na auto-estrada me assuste um bocado... mas é um risco que estou disposto a correr (embora possa terminar a voar num viaduto... mas também, sou um pato, certo?).
Hoje fiquei também a pensar com algo que me disseram.
É daquelas coisas que me custam sempre um bocadinho a digerir no momento, mas que depois se tornam claramente lógicas...
A nossa vida, é como uma viagem num autocarro urbano.
Quando somos pequenos ovos, usamos o "banco dos palermas" no fundo do autocarro. Somos anónimos e nem nos preocupa que sejam os lugares mais desconfortáveis.
Depois, em algum momento das nossas vidas, começamos a usar os lugares da frente, perto dos velhotes, talvez por nos sentirmos mais confortáveis perto daqueles que poderiam ser os nossos avós.
Então, um dia, mudamos para os lugares centrais, começamos a conviver, a socializar mas não esquecemos que nos encontramos perto da saída, prontos a saltar para a liberdade.
Uma bela manhã, damos por nós a conduzir o nosso próprio autocarro. Mesmo que esse autocarro seja o nosso Opel manhoso de primeira série. Mesmo que estejamos atravessados, a conduzir o bolinhas com a cabeça debaixo do espelho retrovisor...
Momento deprimente: acabei de receber um convite para uma rede social chamada 'gaylog'... :'(
blooping
De repente comecei a receber os votos dos meus amigos e amigas para 2009. Gostava de saber por que raio a maioria me deseja mais sexo para este ano...
O sexo é tudo?
É pelo sexo que vou passar menos tempo no computador? A ver televisão? A trabalhar? A bloggar?
Consigo pensar em várias actividades distintas, que não envolvem sexo, que culminam num melhor aproveitamento do meu tempo.
Ok, se vier por acréscimo também não me chateio, mas não se encontra no topo da minha wishlist para 2009.
Não, não, a ver se percebo... o sexo irá resolver todos os meus problemas e, subitamente, vou ser um animal mais normal, sem os meus problemas de sarcasmo agudo ou arrogância precoce.
Gostei em particular de uma das mensagens, mas ficará alojada no meu email.
Yahh, que chovam patas de todas as formas e feitios, como se a quantidade do dilúvio pudesse ser compatível com a qualidade do produto...
Mas está certo, eu é que tenho graves problemas mentais, daqueles que fazem um gajo acreditar que uma banheira de champanhe com morangos a boiar rodeada de velinhas em bases de chocolate fazem mais sentido que uma queca descontrolada...
E depois há aquele gajo que sempre que entra numa sala diz em voz alta: "Eu sei que me conseguem ouvir!!"
Se estiver enganado, também nunca ninguém irá descobrir; caso contrário, os tipos que estiverem a fazer a escuta vão passar-se, lolol.
Este ano, optei por não enviar sms's de ano novo.
A crise assim o obriga. Creio que foi mais divertido.
Optei por enviar emails.
E, desta forma, acabei por prestar um serviço à comunidade! Não enviando sms's, também ninguém respondeu. Poupei eu e pouparam os meus amigos!
Sinto-me o melhor dos amigos... o 'amigo poupa dinheiro aos outros'. Lol.
Estou a terminar a noite a ver televisão (deve ser por não haver sexo...).
Não acham os anúncios altamente irritantes?
O tempo é patrocinado, as notícias são patrocinadas... meu Deus, até a programação do canal é patrocinada por alguém! Um dia destes até os compromissos comerciais são patrocinados por qualquer coisa!
"De seguida, um anúncio à manteiga Mimosa, oferecido por Becel!"
E já agora, por favor... malta da Fox, troquem de anúncio, POR FAVOR!!! ESTOU A ENLOUQUECER COM A MERDA DO ANÚNCIO DA NISSAN! ENTENDAM UMA COISA: CARROS A SALTAR E A DANÇAR, JÁ É UMA MERDA IRREAL, MAS PASSAREM SÓ ISSO CONTORNA OS LIMITES DA QUINTA DIMENSÃO!!!
O sexo é tudo?
É pelo sexo que vou passar menos tempo no computador? A ver televisão? A trabalhar? A bloggar?
Consigo pensar em várias actividades distintas, que não envolvem sexo, que culminam num melhor aproveitamento do meu tempo.
Ok, se vier por acréscimo também não me chateio, mas não se encontra no topo da minha wishlist para 2009.
Não, não, a ver se percebo... o sexo irá resolver todos os meus problemas e, subitamente, vou ser um animal mais normal, sem os meus problemas de sarcasmo agudo ou arrogância precoce.
Gostei em particular de uma das mensagens, mas ficará alojada no meu email.
Yahh, que chovam patas de todas as formas e feitios, como se a quantidade do dilúvio pudesse ser compatível com a qualidade do produto...
Mas está certo, eu é que tenho graves problemas mentais, daqueles que fazem um gajo acreditar que uma banheira de champanhe com morangos a boiar rodeada de velinhas em bases de chocolate fazem mais sentido que uma queca descontrolada...
E depois há aquele gajo que sempre que entra numa sala diz em voz alta: "Eu sei que me conseguem ouvir!!"
Se estiver enganado, também nunca ninguém irá descobrir; caso contrário, os tipos que estiverem a fazer a escuta vão passar-se, lolol.
Este ano, optei por não enviar sms's de ano novo.
A crise assim o obriga. Creio que foi mais divertido.
Optei por enviar emails.
E, desta forma, acabei por prestar um serviço à comunidade! Não enviando sms's, também ninguém respondeu. Poupei eu e pouparam os meus amigos!
Sinto-me o melhor dos amigos... o 'amigo poupa dinheiro aos outros'. Lol.
Estou a terminar a noite a ver televisão (deve ser por não haver sexo...).
Não acham os anúncios altamente irritantes?
O tempo é patrocinado, as notícias são patrocinadas... meu Deus, até a programação do canal é patrocinada por alguém! Um dia destes até os compromissos comerciais são patrocinados por qualquer coisa!
"De seguida, um anúncio à manteiga Mimosa, oferecido por Becel!"
E já agora, por favor... malta da Fox, troquem de anúncio, POR FAVOR!!! ESTOU A ENLOUQUECER COM A MERDA DO ANÚNCIO DA NISSAN! ENTENDAM UMA COISA: CARROS A SALTAR E A DANÇAR, JÁ É UMA MERDA IRREAL, MAS PASSAREM SÓ ISSO CONTORNA OS LIMITES DA QUINTA DIMENSÃO!!!
02/01/2009
it just keeps rainin' (tears from my eyes)
Hoje, estava no carro sintonizado na rádio habitual, e alguém telefonou (para a rádio, não para mim) solicitando que passassem uma música que não ouvia há muito tempo.
De facto, pode dizer-se que é uma música mais ou menos 'do meu tempo'... e do tempo de muita gente. E, de facto, lembrei-me de ouvir isto, há alguns anos.
Estou a envelhecer a olhos vistos. Se me enfiassem num barril de casca de carvalho, ainda era capaz de valer qualquer coisinha num leilão, dentro de alguns anos.
De facto, pode dizer-se que é uma música mais ou menos 'do meu tempo'... e do tempo de muita gente. E, de facto, lembrei-me de ouvir isto, há alguns anos.
Estou a envelhecer a olhos vistos. Se me enfiassem num barril de casca de carvalho, ainda era capaz de valer qualquer coisinha num leilão, dentro de alguns anos.
frutas
Desde pequenos que nos dizem para lavarmos a fruta antes de a comermos, correcto?
Então, antes de comermos uma maçã, lavamos a casca. O mesmo acontece com as pêras, com as uvas, as cerejas... enfim, tudo o que possui casca comestível, lava-se. Faz sentido, porque a ideia é limpar toda e qualquer parte da fruta que tenha andado em contacto com pesticidas, insectos ou até mesmo com as mãos apalpadoras do pessoal na frutaria...
Até aqui tudo bem.
Por outro lado, não lavamos as bananas antes de as comermos... creio que nunca vi ninguém enfiar uma banana debaixo de água (em contrapartida já vi enfiarem-nas noutros sítios...) e comê-la de seguida. Isto porquê? Porque a casca das bananas não se come.
Então, se lavavamos a fruta cuja casca se come, e descascamos simplesmente a fruta cuja casca não se come... alguma mente iluminada é capaz de me explicar por que motivo há tanta gente que lava as laranjas, tangerinas e clementinas antes de as descascar?
Tipo, há alguma particularidade misteriosa que os citrinos possuam de forma a terem de ser lavados mesmo sem que comamos a respectiva casca? Há alguma diferença das caracteristicas físicas e metafísicas das cascas de laranjas comparativamente com a das bananas?
E, de facto, agora que penso nisso...
Quando compramos carne no talho, temos o hábito de a passar por água antes de a cozinharmos, para retirar a vulgarmente denominada nhanha... mas quando é carne picada, já não o fazemos, porque se atirássemos com ela para dentro de água ficaria desfeita. Pergunto... a carne não é a mesma? O que nos leva a pensar que a carne inteira está mais nhanhada que a picada? Ou melhor, o que nos levará a acreditar que ninguém irá reparar?
Ah, e as castanhas? Quando as cozemos ou assamos em casa, costumamos lavá-las primeiro. Mas no assador de castanhas montado na motinha de três rodas que passa na esquina da rua, já não nos preocupamos... definitivamente, aí, não são lavadas.
Lembro-me de ter lido um estudo, há uns anos, em que investigadores procuravam o local mais limpo de uma casa. Basicamente, o local mais higiénico, com menos germes em toda a casa.
Curiosamente, o local que os testes definiram como sendo o mais limpo (onde se poderia até tomar uma refeição) era mesmo o tampo da sanita. Aparentemente, numa grande percentagem dos lares, os habitantes vivem tão obcecados com a higiene da casa de banho, que lavam mais vezes o tampo das sanitas com lixívia que qualquer outra zona da casa.
Será que continuamos todos a viver na Fase Anal?
Então, antes de comermos uma maçã, lavamos a casca. O mesmo acontece com as pêras, com as uvas, as cerejas... enfim, tudo o que possui casca comestível, lava-se. Faz sentido, porque a ideia é limpar toda e qualquer parte da fruta que tenha andado em contacto com pesticidas, insectos ou até mesmo com as mãos apalpadoras do pessoal na frutaria...
Até aqui tudo bem.
Por outro lado, não lavamos as bananas antes de as comermos... creio que nunca vi ninguém enfiar uma banana debaixo de água (em contrapartida já vi enfiarem-nas noutros sítios...) e comê-la de seguida. Isto porquê? Porque a casca das bananas não se come.
Então, se lavavamos a fruta cuja casca se come, e descascamos simplesmente a fruta cuja casca não se come... alguma mente iluminada é capaz de me explicar por que motivo há tanta gente que lava as laranjas, tangerinas e clementinas antes de as descascar?
Tipo, há alguma particularidade misteriosa que os citrinos possuam de forma a terem de ser lavados mesmo sem que comamos a respectiva casca? Há alguma diferença das caracteristicas físicas e metafísicas das cascas de laranjas comparativamente com a das bananas?
E, de facto, agora que penso nisso...
Quando compramos carne no talho, temos o hábito de a passar por água antes de a cozinharmos, para retirar a vulgarmente denominada nhanha... mas quando é carne picada, já não o fazemos, porque se atirássemos com ela para dentro de água ficaria desfeita. Pergunto... a carne não é a mesma? O que nos leva a pensar que a carne inteira está mais nhanhada que a picada? Ou melhor, o que nos levará a acreditar que ninguém irá reparar?
Ah, e as castanhas? Quando as cozemos ou assamos em casa, costumamos lavá-las primeiro. Mas no assador de castanhas montado na motinha de três rodas que passa na esquina da rua, já não nos preocupamos... definitivamente, aí, não são lavadas.
Lembro-me de ter lido um estudo, há uns anos, em que investigadores procuravam o local mais limpo de uma casa. Basicamente, o local mais higiénico, com menos germes em toda a casa.
Curiosamente, o local que os testes definiram como sendo o mais limpo (onde se poderia até tomar uma refeição) era mesmo o tampo da sanita. Aparentemente, numa grande percentagem dos lares, os habitantes vivem tão obcecados com a higiene da casa de banho, que lavam mais vezes o tampo das sanitas com lixívia que qualquer outra zona da casa.
Será que continuamos todos a viver na Fase Anal?
01/01/2009
resoluções
Cá estou.
É engraçado ver como a malta anda tão animada com o novo ano.
Com uma vista priveligiada no terraço da casa de uns amigos, tive o prazer de contemplar a entrada no novo ano com a Ponte Vasco da Gama à esquerda e a Torre que tem o mesmo nome (curioso, não é?) à direita.
Acreditem... o fogo de artifício foi tão, mas tão deprimente (salvaram-se os clarões verdes... acho que é um sinal de que este ano é que o nosso Sporting chega lá) que a iluminação da ponte conseguia cativar mais o pessoal.
Finalmente, após a entrada oficial em 2009, alguém disse com a voz mais desanimada que já ouvi: "pronto, chegou..."; juro que essa pessoa não fui eu!!!
Em resposta a um email que enviei ontem à tarde e onde referia que 2009 será o Ano do Boi, um génio que muito considero respondeu-me que adorava boi, particularmente em bifes. Portanto, seria o Ano do Bife. Ainda dizem que o pessoal não tem sentido de humor...
Mas é um facto, 2009 é o ano chinês do Boi.
Não vou fazer nenhuma piada com vacas. Acho que já fiz muitas e seria demasiado fácil.
Dizem que o Boi se relaciona na perfeição com o capricórnio, o que é brutal, porque é o meu ascendente. Com tanto corno e marfim, deve ser este ano que vou chegar a 31 de Dezembro com a conta bancária inchada inchadinha. Ou não.
Ainda em relação a 2008, no último dia do ano, no Sweet Pingo, tive uma visão. Já repararam como a malta funciona nas filas para pagar as compras?
Tipo, levam a família toda atrás, e depois, vai o pai para a caixa 1, a mãe para a 2, a tia para a 3, os putos para as 4 e 5... cada um deles leva um pacote de arroz, e anda um elemento de reserva (normalmente a avó) com o carrinho das compras, à espera do ok de um deles.
Acho isto frustrante para o pessoal que, como eu, é obrigado a ir às compras 'all by myself'.
Por mim, levava uma caçadeira e resolvia-se o problema bem mais facilmente.
Pergunto-me se farão o mesmo nas portagens... atiram com o puto de seis anos a marcar lugar no portageiro 8 e com o avôzinho na cadeira de rodas na caixa rápida 2.
Este ano, gostaria de fazer algo menos previsível que no ano passado.
Só para variar, para ser diferente dos outros anos. E falo a sério, não me refiro à piada habitual de me enforcar na sexta no trabalho, para só darem comido a ser roído pelos bichinhos na segunda.
A sério. Agora sem javardices. Este ano, vou fazer algo diferente e imprevisível.
As resoluções deste ano, é que não irão haver resoluções.
Recuso-me a tentar prever o que quer que seja.
Assim, prometo simplesmente que, ao longo dos próximos 365 dias, farei algo imprevisível. Parece justo e lógico.
É engraçado ver como a malta anda tão animada com o novo ano.
Com uma vista priveligiada no terraço da casa de uns amigos, tive o prazer de contemplar a entrada no novo ano com a Ponte Vasco da Gama à esquerda e a Torre que tem o mesmo nome (curioso, não é?) à direita.
Acreditem... o fogo de artifício foi tão, mas tão deprimente (salvaram-se os clarões verdes... acho que é um sinal de que este ano é que o nosso Sporting chega lá) que a iluminação da ponte conseguia cativar mais o pessoal.
Finalmente, após a entrada oficial em 2009, alguém disse com a voz mais desanimada que já ouvi: "pronto, chegou..."; juro que essa pessoa não fui eu!!!
Em resposta a um email que enviei ontem à tarde e onde referia que 2009 será o Ano do Boi, um génio que muito considero respondeu-me que adorava boi, particularmente em bifes. Portanto, seria o Ano do Bife. Ainda dizem que o pessoal não tem sentido de humor...
Mas é um facto, 2009 é o ano chinês do Boi.
Não vou fazer nenhuma piada com vacas. Acho que já fiz muitas e seria demasiado fácil.
Dizem que o Boi se relaciona na perfeição com o capricórnio, o que é brutal, porque é o meu ascendente. Com tanto corno e marfim, deve ser este ano que vou chegar a 31 de Dezembro com a conta bancária inchada inchadinha. Ou não.
Ainda em relação a 2008, no último dia do ano, no Sweet Pingo, tive uma visão. Já repararam como a malta funciona nas filas para pagar as compras?
Tipo, levam a família toda atrás, e depois, vai o pai para a caixa 1, a mãe para a 2, a tia para a 3, os putos para as 4 e 5... cada um deles leva um pacote de arroz, e anda um elemento de reserva (normalmente a avó) com o carrinho das compras, à espera do ok de um deles.
Acho isto frustrante para o pessoal que, como eu, é obrigado a ir às compras 'all by myself'.
Por mim, levava uma caçadeira e resolvia-se o problema bem mais facilmente.
Pergunto-me se farão o mesmo nas portagens... atiram com o puto de seis anos a marcar lugar no portageiro 8 e com o avôzinho na cadeira de rodas na caixa rápida 2.
Este ano, gostaria de fazer algo menos previsível que no ano passado.
Só para variar, para ser diferente dos outros anos. E falo a sério, não me refiro à piada habitual de me enforcar na sexta no trabalho, para só darem comido a ser roído pelos bichinhos na segunda.
A sério. Agora sem javardices. Este ano, vou fazer algo diferente e imprevisível.
As resoluções deste ano, é que não irão haver resoluções.
Recuso-me a tentar prever o que quer que seja.
Assim, prometo simplesmente que, ao longo dos próximos 365 dias, farei algo imprevisível. Parece justo e lógico.
2009, capítulo I
São 4:20 da manhã.
Tive o privilégio de assistir ao fogo de artifício mais deprimente de sempre (Parque das Nações).
Eu prometo que mais logo desenvolvo melhor isto porque a esta hora estou bem é na caminha.
De qualquer forma, alguns detalhes muito sintéticos do início do ano.
1ª actividade do ano: aceder remotamente ao computador do trabalho para fazer uma merda que me esqueci;
1º e-mail do ano: do Senhor do Banco... "O SEU BANCO INFORMA O DEBITO DE UMA COBRANCA NO VALOR DE..." (cabrões... nem no Ano Novo...);
1º pensamento do ano: na realidade foi o segundo... "Foda-se" (a mulher a dias esteve cá hoje à tarde e acabo de reparar que me deixou uma merda castanha a escorrer na parede da sala...);
viva o ano novo...
Tive o privilégio de assistir ao fogo de artifício mais deprimente de sempre (Parque das Nações).
Eu prometo que mais logo desenvolvo melhor isto porque a esta hora estou bem é na caminha.
De qualquer forma, alguns detalhes muito sintéticos do início do ano.
1ª actividade do ano: aceder remotamente ao computador do trabalho para fazer uma merda que me esqueci;
1º e-mail do ano: do Senhor do Banco... "O SEU BANCO INFORMA O DEBITO DE UMA COBRANCA NO VALOR DE..." (cabrões... nem no Ano Novo...);
1º pensamento do ano: na realidade foi o segundo... "Foda-se" (a mulher a dias esteve cá hoje à tarde e acabo de reparar que me deixou uma merda castanha a escorrer na parede da sala...);
viva o ano novo...
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