22/01/2009

if you're out there



(sem qualquer contexto de ordem política)

dá-lhe música

Por vezes pergunto-me em que estariam os compositores a pensar quando escrevem algumas letras de músicas.
Vejamos os Red Hot... "take it on the otherside"... Não vos parece fácil demais? Até para uma mente santa, esta é óbvia.
Olhem, levem vocês! O meu outro lado só tem um sentido, e é de dentro para fora.



Mas porreiro, porreiro, é o Ritchie com o Easy.
Desde quando um gajo é Fácil numa Manhã de Domingo? Que sentido faz esta merda? Um gajo levanta o cú cedo da cama ao domingo para trabalhar e o bacano fala em facilidades, como se fosse fácil ver a chuva torrencial a cair lá fora e, de dentro da cama, no quentinho, pensar "bela manhã, vou trabalhar".
Falando em trabalhar, já apanharam um colega de trabalho com um nome tipo Cristo, Jesus, Deus...? Não? É altamente.
Infelizmente, quando lhes mando emails fico sempre na dúvida, como poderei escrever: "Olá Deus, cumprimentos da Informática"?? O que me deixa passado é a parte do "ao seu dispor, 24 horas por dia, 7 dias por semana" - o gajo não dorme!!!! E se começa a lembrar-se de lançar service calls às 5 da manhã???
É sempre marado atribuir uma conta de correio electrónico a um tipo que é omnipresente. Foda-se, os meus servidores não são omnifuncionais! Por vezes mando-os abaixo de madrugada, para que ninguém note... mas se tenho um utilizador divino, caramba, tenho o esquema da 'alta disponibilidade' completamente lixado.
Pah, eu não faço milagres, tu não mexes em computadores, que tal?
Chego a casa e encontro mais um bilhete da senhora que limpa a casa de banho e passa a ferro (faz pouco mais que isso).
"Olá Pato Marques" Acho sempre comovente, a forma como ela escreve no guardanapo. Cordial e, ao mesmo tempo, reconfortante. "Olá Pato Marques". lol
E logo de seguida, indica a merda que fez durante o dia.
"A sanita estava a verter água, então fechei a torneira de segurança..."; yah, se calhar se tivesses olhado bem, vias que a borracha é que estava solta... era só encaixar. Mas o que me lixou a sério foi o parágrafo correspondente ao shampoo. "Aproveito para explicar por que está o shampoo de pernas para o ar; deixei-o cair e o fundo partiu-se"; agora tenho o meu frasquinho plástico verde, com aroma de citrinos, vertendo pela área inferior.
Ainda não percebi por que motivo avisam a malta que vai chover.
"Amanhã vão estar chuvas torrenciais, Alerta Amarelo com Bolinhas Laranja em todo o país!"
Conclusão... um gajo mete os pés na rua e até para entrar no carro encontra trânsito. O Sr. Manuel vai de carro até à Padaria para beber o café da manhã; a D. Luísa mete-se no carro para ir até à paragem de autocarro e parar em segunda fila para cumprimentar o Sr. Manuel (que vinha a sair da padaria) e um gajo coerente que leva o carro para o trabalho todos os dias, é que se fode.
Deixem chover, foda-se!

saga de um cozinheiro sem cozinha - dias 2 e 3

Previsivelmente... nem adianta meter as fotos.
Lado positivo. O técnico do seguro visitou hoje o ninho.
Amanhã começam a partir o resto.
Considerando que já me estou a passar porque tenho o conteúdo da cozinha na sala, nem quero pensar no que vou sentir no fundo do umbigo quando, dentro de umas horas, voltar a casa do trabalho... foda-se.

patos no trabalho

As conversas de escritório são sempre fabulosas.

"Se não te calas, enfio-te a puta da régua pelo cú acima"

Não entendo, toda esta violência comigo...

20/01/2009

beggin'

a mesa

Digamos que a minha vida profissional, em termos de mesas, demonstra uma evolução na carpintaria técnica.
Quando trabalhava na faculdade, não tinha mesa; depois, quando ascendi a estagiário, numa empresa de renome, deram-me uma mesinha pequenina no meio do corredor. Os meus bons colegas ajudaram-me a colocar a dita mesa dentro da sala, porque achavam que não era digno espetarem comigo no meio de um corredor. Malta porreira... mas para as histórias de lareira e cadeira de balouço a contar aos netinhos ficará o dia em que um superior referiu que um estagiário estava abaixo de um cão. Não adiantava eu ter opinião. Fiquei mesmo fodido.
Acabei por sair para outra empresa onde, agora, ganhei uma mesa de metro e meio.
Ahhh, excelente!
Adoro a minha mesinha com dois monitores e um computador por baixo. Gosto tanto dela que era capaz de possuí-la em cima de uma mesa maior, naquelas tardes de gestão solitária de eventos de servidor...
O que me deixa surpreendentemente passado é o facto de toda a mesa, em apenas metro e meio, ter o poder de me deixar completamente comunicável com o resto do mundo ou perfeitamente indisponível, no limbo da Terceira Geração.
Se coloco o telemóvel na ponta da mesa do lado esquerdo, não tenho nem um único sinal de rede que seja... do lado oposto, fico comunicável.
Engraçado é explicar isto à malta.
"Tentei ligar, mas tinhas o telemóvel desligado..."
"Ah, não... estava era do lado esquerdo da mesa"
Penso que eu e o mobiliário de escritório não somos compatíveis. A chave do meu módulo de gavetas não funciona (creio que nem existe..), pelo que a abertura e fecho das gavetas trancadas é feita literalmente, à trancada. E resulta, o que é impressionante: uma marretada valente no local certo, abre qualquer gaveta.
No meu trabalho anterior tinha uma cadeira que chiava. Como tenho o hábito irritante de passar o dia a tremer a perna, era o ser mais amado do open-space lá da zona... se tivessem um gajo no meio do espectáculo a fazer "nhiiick, nhiiiiick, nhiiiiiiick" durante horas a fio, seriam bem capazes de o odiar.
Agora, tenho uma mesa maior e uma cadeira que não chia. Sinto-me carpinteiramente realizado.

out of reach

frase do ano

"Levar no cú e cagar é uma diferença meramente vectorial."

(não é minha, como alguns pensaram; mas é digna de estar publicada)

19/01/2009

saga de um cozinheiro sem cozinha - dia 1

No âmbito de um acordo com o proprietário actual da minha casa, tenho a cozinha em obras. Começou hoje, com a tentativa de localização de uma infiltração. Afinal, a pequena infiltração que atacava o vizinho do andar inferior, era uma grande confusão de canos podres :S
Sabia que eles hoje vinham cá procurar a infiltração (e rebentar-me a cozinha)... então, após chegar a casa, ter percebido que até estar tudo arranjado, não poderei utilizar a cozinha, e ser presenteado com um cheiro a canos brutal, decidi que todos os dias iria fotografar a cozinha, para que todos pudessem acompanhar o andamento do caos.
Descobri que o forno e o microondas são os melhores amigos de um homem solteiro sem cozinha. Tipo: eu quero a minha bancada, o meu fogão e o meu lava-loiças a funcionar!!!!
Estou há três horas em casa e já me estou a passar com isto. Conhecendo este pessoal como conheço... terei tempo de sobra para ver o meu mundo culinário a desabar.
(Pode não parecer, mas toda a parte inferior que se encontra destruída, respeita à canalização de água e esgoto - daí ter tudo inoperacional) Adorei a parte de ter a velhinha pia de
mármore encostada ao frigorífico - não dá para ver...
Até ao próximo episódio.

17/01/2009

fireworks

idade da inocência

Demasiado bom para ficar nos meus Archived Mails...

como decidir com quem casar?
"Precisamos de procurar alguém que gosta das mesmas coisas. Se tu gostas de futebol, ela também deve gostar e quando estás a ver um jogo ela deve trazer-te batatas fritas e cerveja"
Alfredo, 10 anos - e depois caíste e acordaste, foi isso?

"Ninguém decide sozinho com quem casar. Deus decide por nós muito tempo antes, e só temos é que aceitar."
Cristina, 10 anos - isso e ser voluntariamente enrabado.

qual a melhor idade para casar?
"A melhor idade para casar é aos 23 anos, porque assim já conheces o teu marido pelo menos há 10!"
Maria, 10 anos - olha, já não vou a tempo.

"Não existe melhor idade para casar. Tem de se ser muito estúpido para querer casar."
Fernando, 6 anos - más experiências? precisas de falar?

o que têm os teus pais em comum?
"Nenhum quer ter mais filhos"
Ana, 8 anos - vida animada, aí em casa, não?

o que fazem duas pessoas no primeiro encontro?
"Os encontros são para as pessoas se divertirem, e devem aproveitar para se conhecer melhor um ao outro. Até os meninos têm coisas interessantes para dizer, se lhes prestarmos bastante atenção"
Luísa, 8 anos - ahahahahah aahahahah ahahahahahahah! aahaahahahahahaha ahahahahaha ahahahahaha ahahahahahah ahahahaha ahaha hahahahaahahahahahahahahh aaaaaha hahahahahaha ahahaha aahahahaha ahahaha ahaha ahahah ahaaha aha aha ah (não dá, já não consigo respirar)

"No primeiro encontro contam-se mentiras interessantes para se conseguir um segundo encontro"
Martim, 10 anos - é por essas e por outras... cabrão!

o que fazias se o primeiro encontro não desse certo?
"Ia para casa e fazia de conta que tinha morrido. Melhor, mandava publicar nos jornais da região que tinha morrido."
Carlos, 9 anos - e achas que ela ia ao velório? optimista...

quando se pode dar o primeiro beijo?
"Quando o homem é rico."
Pamela, 7 anos - yah, é isso... tás lá.

"Quando se beija uma mulher, tem que se casar e ter filhos com ela. É assim a vida."
Henrique, 8 anos - é de respeitar; tão novo e já sabe como são as coisas...

é melhor ser solteiro ou casado?
"Para as meninas é melhor ficar solteiras, mas os meninos precisam de quem limpe..."
Ana, 9 anos - é oficial, estou condenado.

o que temos de fazer para que o casamento tenha sucesso?
"Temos de dizer à nossa mulher que ela é linda, mesmo que se pareça com uma camioneta estampada..."
Ricardo, 10 anos - ui

ora toma!

"Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o estadista. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?"
(Eça de Queiróz, 1867 in "O distrito de Évora")

16/01/2009

otherwise

cai a noite na cidade

Dizem que a noite é uma excelente conselheira.
Já não me fio muito nisso. A noite é fria e escura, não nos permite fitar o horizonte e planear trajectos.
A noite é sempre uma valente sacana porque nos oprime a capacidade de pensar logica e ponderadamente sobre tudo. Por outro lado, é também à noite que se desenvolvem em nós as mais variadas e rebuscadas teorias acerca de tudo o que nos rodeia.
É complexo. Por vezes, nem eu mesmo entendo o efeito da noite e da Lua na minha pessoa (quanto mais nos outros).
Os livros que nos obrigam a ler forçam-nos sempre a diarreias mentais de elevada complexidade. Já li de tudo, desde os livros mais manhosos aos mais conhecidos. Ok, gosto de ler (e nada de e-books, gosto mesmo é do papel; creio que sou um bichinho da prata).
Mas os que nos obrigam a ler é que nos dão mesmo a volta à pinha. Lembram-se da Aparição? O professor deprimido que ia dar aulas para Évora e lá encontrava um mundo novo? A cena do Carolino, que apedrejava as galinhas sempre teve alguma piada.
E a Manhã Submersa?? Pahhh, o gajo meio-enfiado no Seminário, meio-enrolado com a criada... adorável. Mas o que teve mesmo um impacto tremendo (voltando à noite, Lua e afins) foi o Felizmente há Luar... Porra, ainda hoje quando passo em Caxias parece que ouço os gritos do gajo lá ao longe.
A visão optimista de que está tudo na merda mas que 'Felizmente há Luar', dá efectivamente conta da cavidade subconsciente deste pato. Ahh, porque como há luar toda a gente pode ver, é uma luz que brilha no escuro e rasga a impureza do que não é revelado...
Tipo... vão encher-se de moscas no penhasco mais próximo, pode ser?
A bem dizer, nem o dia e o Sol compreendo.
Aliás, se tivesse de analisar bem a questão, diria que entendia o Sol e compreendia a Lua. Mas não o oposto.
Eu acho que a noite, de conselheira não tem nada. A noite é mais uma consultora de uma daquelas empresas que levam os olhos da cara, para nos fazerem um relatório de 600 páginas em que explicam que temos um problema. E depois tratam de nos fazer um orçamento para uma nova análise que relata como conseguimos arranjar um problema. E o mais curioso no meio de toda esta questão, é que ninguém, em toda a análise, consegue encontrar uma solução simples e exequível.
A noite deve ter escritórios algures numa grande avenida de uma metrópole. O Sol, esse, é um cagão que só chega daqui a umas horas. E eu, bom, eu, perdido entre a noite e o dia, vou é armar a tenda para debaixo dos lençóis porque, mesmo sem dormir, com um colchão por baixo sempre se está melhor.

14/01/2009

by your side

os pardais

Como entendo agora Camões e a cena das Tágides...
Obviamente que não me comparo a Camões, isso seria altamente estúpido. Pelo menos acho que não sou tão chato. A sério, quando um gajo vê que tem tudo para escrever e, ao mesmo tempo, não tem nada, é imensamente aborrecido.
Há dias em que sabemos exactamente o que pretendemos escrever mas não o queremos divulgar.
Claro que o meu blog é mais refundido que as Receitas no Orçamento de Estado, mas diz a Teoria dos Seis Graus de Separação que eu conheço uma pessoa que conhece uma pessoa que conhece outra... e amanhã tenho o vizinho de 80 anos a bater-me à porta a perguntar acerca do post de hoje.
Vinha a ruminar no caminho para casa e a ouvir a rádio habitual. Estava precisamente parado numa passadeira perto de casa, aguentando a embraiagem para deixar passar uma velhota que, encolhida do frio e sozinha, atravessava a rua, quando nas notícias anunciavam a deslocação de uma verba para apoio dos refugiados em Gaza.
Assim de repente, parece-me uma cretinice de merda.
Infelizmente, ou não, conheço suficientemente bem o bairro em que moro, para saber que 90% da população vive sozinha e tem mais de 70 anos. Até mesmo para um tipo meio anormal, estúpido e amacacado, como eu, faz doer um bocado naquela merda chamada coração que nos limpa o juízo em 90% do tempo, ver as velhotas a ir ao Banco de manhã bem cedo, só para poderem conversar um pouco com os funcionários. É cretino, porque os funcionários que lhes entregam as reformas, são um pouco como netos, sobrinhos e afilhados. Dão-lhes um pouco de atenção, antes delas se retirarem novamente, com os ossos fracos e mal-alimentados, mais as suas pensões de merda, para as pequenas casas sombrias onde, na maior parte dos casos, nem água ou esgoto têm...
O curioso nisto, é o desleixo perante a situação porque, como irão morrer em breve, estão acabadas e em final de vida, nenhuma mente brilhante no Município ou na Junta se lembra de fornecer um pouco mais de conforto e qualidade de vida nos seus últimos anos de existência terrena.
O positivo no meio de toda esta questão, é que por cada idoso que é humilhantemente afastado, bastando para isso virar as costas ao problema, poupa-se um tostãozinho para o novo carro da Câmara ou, em última análise, para o saquinho a entregar aos refugiados que andam há anos a matar-se uns aos outros por causa de um pedaço de terra.
O que dá vómitos, em toda a situação, é o facto das imobiliárias e senhorios aguardarem pacientemente, quais corvos e abutres, pelos restos mortais dos velhos inquilinos, de forma a venderem o seu terreno no Centro da cidade, para mais um empreendimento de luxo.
E assim se acumulam barracões de vidas terminais lado a lado com sumptuosos apartamentos de novas gerações.
Eles lá continuam, virando as costas.
Eles lá continuam, adoptando os funcionários dos Bancos em troca de um pouco de companhia no final do mês.
Eles lá continuam, em terras distantes, morrendo por uma causa à conta dos nossos esquecidos.
É giro, agradável e positivo.

brilhante...

pó de arroz

os loucos

Neste pequeno universo de delírios e demências, há um conjunto de coisas que me fazem passar completamente.
Já toparam bem o esquema das ATM's? Epah, é de enlouquecer um gajo.
Um depósito. Um mero depósito... uma, só aceita notas de 10€, a outra, só deixa depositar notas de 20; pelo meio encontramos uma outra que nos come o dinheiro, e só a rápida intervenção de um amigo que dá uma valente marretada na máquina com um chapéu nos vale...
Por acaso é algo curioso. A certeza com que eu afirmo "estás doido? Não batas na máquina que é pior..." contrapõe-se com a evolução dos acontecimentos pós-marretada. Funciona! Brilhante...
Esta nunca me ensinaram na faculdade... quando algo não funciona, arreiam-se umas valentes biqueiradas e fica tudo resolvido. Resta o ar assombrado dos funcionários que pensam que vamos arrancar a ATM da parede a pontapé.
O próximo elemento, já o referi várias vezes neste blog.
Aconselho vivamente todos os leitores a tentarem dar um pulinho à Livraria Bulhosa de Entrecampos (preferencialmente à hora de almoço).
Habita por lá um louco, que vagueia lentamente pela livraria, como uma hiena que busca a presa. Depois, ao encontrar o objecto desejado, senta-se ao lado dele, pronto a dar-lhe uma seca descomunal.
Ok, mas secas também eu dou e ninguém se chateia, não é? Pois... mas então tentem aturar aquele.
É que independentemente do que um gajo esteja a ler no sofá, o tarado consegue iniciar uma conversa que termina invariavelmente aos gritos no meio da livraria, reportando ao mundo os seus desgostos amorosos...
O bacano apanha um gajo a dar uma vista de olhos num livro de culinaria: "ahhh, pois, excelente livro... mas já reparou que elas só cozinham para nós quando não estamos casados? Depois são umas porcas, umas vacas, blá, blá, blá..."; se apanhar alguém a ler um livro de design ou arquitectura, é bem mais subtil: "sabe... as mulheres são seres infiéis, como as paredes de betão da casa que tem aí no livro..."; mas a loucura é com os romances... aí o tipo nao se cala e desata a gritar: "E nunca houve uma que não me abandonasse!". Epaaah, foda-se, quem quer aturar um tarado como tu?
(para que conste, é o mesmo gajo que se abraça orgasmicamente às almofadas dos sofás da livraria... algo que referi num post anterior).
A sério... o gajo assusta por ser excessivamente passado. Um dia ainda teremos os dois uma conversa.
Em última análise, espeto-lhe com as "1000 melhores receitas de culinária" na pinha e a situação resolve-se.
Eu francamente não sei que mulher lhe terá feito mal, e como o terá feito... mas por favor, alguém vá lá falar com o gajo porque aquilo já passa os limites do tenebroso.